18 de abr de 2011



A GRANDE TRIBULAÇÃO
Porque nesse tempo haverá grande tribulação como desde o princípio do mundo até agora não tem havido (Mt 24.21; Mc 13.19; Ap 7.14; Dn 12.1).

O aspecto da grande Tribulação:
1. Ocorrerá após o arrebatamento (II Ts 2.1-4).
2. A duração é de sete anos (Dn 9.27).
3. Será um período de grande aflição (Mt 24.21)
4. Será um período de angústia para Israel (Dn 12.1; Jr 30.7).
5. Será um período do derramamento da ira divina (Is 26.20; Ap 6.16).
6. Um período de vingança do Senhor (Is 63.4; Hb 10.30).
7. Será um período do surgimento do Anticristo (II Ts 2.3).
Acontecerá o surgimento do Império Romano restaurado com a confederação de nações (a imagem da besta) – Ap 13.14,15; 17.12-17; Dn 2.41-44; 7.20,21.

A grande Tribulação é chamada De:
Dia da ira do Grande Deus. (Sf 2.3; I Ts 1.10; Ap 6.16-17; 15.7).
Dia da vingança do nosso Deus. (Is 34.8; 63.4; Ap 6.10; 19.2).
Dia de trevas ou noite. (Joel 2.2; Amós 5.18-20; Jo 9.4; I Ts 5.4-5).
Tempo de angústia. (Dn 12.1; Jr 30.7; Mt 24.21; Ap 7.14).
É marcado com o surgimento do Anticristo. (II Ts 2.3-7).

Será depois do arrebatamento da igreja e das bodas do Cordeiro. Como foi nos dias de Noé, antes do dilúvio, construíram a arca para a salvação de sua família (Gn 7.1; Mt 24.37), e como foi com Ló (Gn 19.23; Lc 17.28-29). Assim será com a igreja, antes da grande tribulação, a igreja será arrebatada (Is 57.1; II Ts 2.7-8; Ap 3.10).
A grande tribulação será na 70ª semana. Já cumpriram 69 semanas e falta a penas uma 1º semana que é 7 anos, para completar. á 70ª. Durante três anos e meio o inimigo vai tentar conquistar os judeus firmando um pacto com Israel por 7 anos, ou seja, uma semana, e na metade da semana ele quebra o pacto (Dn 9.27).
Pacto com Israel: Israel, como nação, firmara um Concerto, ou um Pacto especial com a Besta, por UMA SEMANA, quando lhe será concedido um Rei (um dos dez). Em Daniel capítulo 9.24-26, encontramos a seguinte profecia: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo..." - Setenta semanas de ano (como são contadas, de acordo com Levitico 25.8, ou 490 anos). Os setenta anos de cativeiros só terminaram, com a assinatura do decreto, ou seja, com ordem dada Ciro, como dissemos, cumpriu-se em 536 a.C., logo apos Ciro assumir o Império - Estes foram "os tempos angustiosos", os quais estão contados ate o (nascimento de Jesus Cristo o Messias prometido, o Salvador do Mundo, que aconteceu no ano 749, da fundação de Roma, ou seja, 5 a.C).
O rompimento será com o Israel fiel; a nação inteira não sofrera essa questão, cumprindo literalmente Daniel 7.25: "Eles serão entregues na sua mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo” (três anos e meio, ou 1269 dias, ou ainda 42 meses), os dias da Grande Tribulação (Ap 11.3; 13.7). Durante o período da Grande Tribulação o anticristo será o grande líder.

O MILENIO DE CRISTO
Ap 20.1-3. E vi descer do céu um anjo que tinha a chave do abismo a e uma grande cadeia na sua mão; v 2 Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, b que é o diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos; v 3 E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que mais não engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo.

Esta dispensação é chamada de milênio: é o reinado de Cristo na terra por mil anos com os fiéis em Jerusalém. Ap 5.10; 11.15; 20.1-7.
•O milênio será um período de verdadeira paz, pois Satanás será preso por mil anos (Ap 20.1-6)
•O milênio é o reino de Cristo prometido a Davi (Sl 89.35-37; Ez 37.24-28; Lc 1.32-33)
•No milênio Jesus cumprirá o seu ministério de Rei (Mt 2.2; Lc 1.33; Ap 5.10)
•No milênio Jerusalém será a sede do governo mundial de Cristo (Is 2.3; Jr 3.17; Zc 8.22-23; 14.16)
•No milênio, a Jerusalém celestial pairará sobre a Jerusalém terrestre (Is 2.2-3; Mq 4.1-2; Hb 12.22; Ap 3.12; 21.10).
•No milênio a saudação será esta: “o Senhor te abençoe” (Jr 31.23).
•Israel ocupará toda a terra que lhe pertence (Gn 17.8; 48.4; Am 9.15).
•Haverá grande derramamento do Espírito Santo (Ez 39.29; Jl 2.28; Zc 12.10).
•Os animais mudarão as suas naturezas, eles serão dóceis (Is 11.6-9; 65.25)
•No milênio, os desertos desaparecerão (Is 30.25; 35.1-6; 41.18; Jl 3.18).
•No milênio haverá salvação (Is 33.6).
•No milênio todas as nações terão que celebrar as festas das cabanas (Zc 14.16-20).
O milênio será a sétima e última dispensação; será a dispensação na “plenitude dos tempos” (Is 2.2; Mt 19.28; Ef 1.9-10; Ap 10.7; 11.15).
No milênio acontecera a manifestação de Cristo para receber seu reino milenar e reinar com grande poder, isto é retratada na Bíblia nas seguintes referencia, Salmos 2; 25; 46; 47; 50; 68; 110; Isaías 11; 24; 25; 26; 63; 65; Daniel 2; 7; 12; Joel 3; Zacarias 14.
No Novo Testamento o mesmo pensamento está em foco de Mateus a Apocalipse (Mt 19.28; At 3.21; Rm 8.19; Ap 10.7; 11.15, etc.
Em algumas outras passagens das Escrituras (especialmente no Novo Testamento), o “Reino de Cristo é denominado como “Reino dos Céus”, ISTO É, O Reino cujo governo de Deus estará implantado com sua esfera de ação na terra.

O Reino de Deus refere-se de acordo com as Escrituras à soberania de Deus sobre toda a criação.
Este termo é usado apenas quatro vezes em (Mateus 12.28; 24.21; 31.43). Parece que, devido à relutância dos judeus em pronunciarem o nome sagrado de Deus, Mateus preferiu preocupar-se mais com o “Reino dos céus”. Este título é encontrado 32 vezes em Mateus e é mencionado sempre nas passagens que tinham conotação escatológica com o Reino Milenar de Cristo.
A palavra “reino” é usada cerca de 60 vezes em Mateus, para intensificar a importância do conceito de realeza do reino de Deus, que é apresentado no presente e no futuro.
É presente no sentido, pois Deus já é Rei agora. É futuro, pois em muito breve o Senhor implantará o seu reino em Jerusalém por mil anos. E os que rejeitam a soberania de Deus; o reino virá com juízo (Mt 18.23). Aos que reconhecem Jesus Cristo como Rei, é dado o direito de entrar no reino (Mt 5.3,10). O reino é recebido como um dom de Deus, ou como uma herança; não terá outra forma de adquirido esse reino (Mt 25.34). Contudo, o reino também impõe condições, ele exige tudo o que uma pessoa tem (Mt 13.44,45), completa dedicação a seus interesses (Mt 6.33), obediência à vontade do Rei (Mt 7.21). O Senhor Jesus Cristo veio, a fim de estabelecer o reino prometido aos judeus, porquanto nasceu “como Rei dos judeus” (Mt 2.2). Declarou que o reino estava entre eles. O reino de Deus está dentro de vós, como lemos na Edição Atualizada (Lc 17.21). “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” (Jo 1.11). Caso os judeus o tivessem recebido, Ele teria estabelecido esse reino (Mt 23.37-39), porém, rejeitaram-no e crucificaram-no. Não obstante, Deus o ressuscitou dentre os mortos e fê-lo assentar-se à sua mão direita nas alturas (Hb 10.12). O Espírito Santo foi enviado ao mundo, e, sob seu poder e orientação, os apóstolos lançaram-se a pregar as “boas novas” do Reino (At 2.14), “primeiro” aos judeus (At 3.26; Rm 1.16,17), mas estes o rejeitaram, e os discípulos se voltaram para os gentios (At 13.46; 18.6; 28.28).
Desta maneira o “Reino” se aproximou dos judeus mais foi desprezado e aguarda a sua aceitação; Deus está visitando os gentios, para “tirar” dentre eles um povo para o seu nome (At 15.14). Desta maneira, portanto, o “Reino foi adiado”. Tanto João Batista como Jesus pregavam o “Reino de Deus”.Jesus pregava dizendo: “o reino de Deus está próximo” (Mc 1.15). João pregava dizendo: “é chegado o reino dos céus” (Mt 3.2).
Observemos que, no conceito de Jesus, o “reino” ainda não tinha chegado e, sim, estava “próximo”. Enquanto que João aceitava que o “reino” já tinha “chegado”. Este Reino foi oferecido aos judeus, o povo escolhido de Deus, segundo a aliança, e eles o rejeitaram.

O doutor C.I. Scofield sugere três ocasiões em que este Reino foi rejeitado:
A primeira em Mateus 11.20-24, que diz: “Então começou ele a lançar em rosto as cidades onde se operou a maior parte dos seus prodígios o não hovem arrependimento, dizendo: Ai de ti, Corazim! ai de ti Betsaida! Porque, se em Tiro e em Sidom fossem feitos os prodígios que em vós se fizeram, há muito que se teriam se arrependido, com saco e com cinza.
Por isso eu vos digo que haverá menos rigor para Tiro e Sidom, no dia do juízo, do que para vós. E tu, Cafarnaum que tens te erguido até aos céus, será abatida até os infernos; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje. Porém eu vos digo que haverá menos rigor para os de Sodoma, no dia do juízo, do que para ti.
A segunda em João 19.14,15, que diz: “E era a preparação da páscoa e quase à hora sexta; e disse aos judeus: eis aqui o vosso Rei. Mas eles bradaram: tira, tira, crucifica-o. disse-lhes Pilatos: hei de crucificar o vosso rei? Responderam os principais dos sacerdotes: não temos rei, senão a César”.
A terceira em Atos 28.28, que diz: “Seja-vos, pois notório que esta salvação de Deus é enviada aos gentios, e eles a ouvirão”.
Depois de Israel ter rejeitado o reino: Deus ofereceu o seu reino à Igreja, compostas de judeus e gentios. Quer dizer, “todo aquele que crê” seja grego ou judeu, servo ou livre (Cl 3.11). Ora, por assim dizer, a Igreja substitui religiosamente falando, Israel como nação. Então, para Israel o reino foi simplesmente “adiantado”. Sendo oferecido ao povo de Deus; Israel, porém, não está fora do plano da salvação de Deus. Depois de ter completado o “tempo dos gentios” (no que diz respeito à salvação), Deus se voltará para seu povo (Rm 11.1).

Qual a diferença entre “Reino de Deus” e “Reino dos Céus”?
Na passagem de Apocalipse 11.15, estes “dois reinos” são retratados como sendo um “grande mistério” (Ef 1.9-10; Ap 10.7). Evidentemente, este mistério refere-se ao estabelecimento do Reino de Deus sobre a terra, que começará com o “Reino Milenar de Cristo” (Ap 20.1-6), o qual, após o julgamento final, passará para o Reino Eterno de Deus.
O reino de Deus e de Cristo é um só. Em Efésios 5.5 encontramos menção aos dois “Reinos de Cristo e de Deus”:O reino de Deus é universal, incluindo todas as criaturas voluntariamente sujeitas à sua vontade, sejam os anjos, a igreja, ou os santos do passado, do presente e do futuro (Lc 13.28,29; Hb 12.22,23; Ap 11.15). Todas as dispensações da história humana podem ser apropriadamente chamadas dispensações do Reino de Deus; pois esses dois termos são o mais incluso, ou seja, os mais completos. O Reino dos Céus se tornará o Reino de Deus quando Cristo entregar o reino a Deus, o Pai (I Co 15.24,25).

Conclusão: os fiéis reinarão com Cristo em toda a 7ª dispensação, isto é durante os mil anos (Ap 20.6). Essa dispensação é chamada de milênio: é o reinado de Cristo com sua Noiva em Jerusalém por mil anos (Ap 5.10; 11.15; 20.1-7). Terminando os mil anos o reino de Cristo será entregar a Deus, o Pai, ai se tornará o Reino de Deus, (I Co 15.24,25). Por isso convém que ele reine! Assim no toque da sétima trombeta, o Reino dos Céus, representado pelo Milênio, entrará na terra com poder e grande glória e depois do Juízo Final converter-se-á no Reino Eterno de Deus para todo o sempre.

A ÚLTIMA REVOLTA DE SATANÁS
Terminado os mil anos, a 7ª dispensação, Satanás será solto e enganará a muitas gentes (Ap 20.7-10).
Ele será solto pelas seguintes razões:
1º- Para provar os nascidos durante o milênio, porque eles não conheceram a maldade, pois o tentador estava preso.
2º- O Senhor quer revelar a dureza do coração dos homens: mesmo com os benefícios que os homens tiveram durante o milênio, terão a audácia de se aliarem a satanás para lutar contra o Senhor.
3º- diabo é incorrigível, isto todos já sabem, mas, ao soltá-lo, isto vai ficar provado mais uma vez. Solto, Satanás sairá a enganar as nações e convocará as nações para lutarem contra Deus (Ap 20.7-10). A ação do inimigo será dupla: ao sair cercarão o arraial dos santos (judeus) e assolarão a cidade amada (Jerusalém). Cristo só vai intervir depois que completar o cerco à nação de Israel, ai então, Deus manda fogo do céu que os devorará (Ap 20.9).
O diabo será lançado no lago de fogo e enxofre preparado para ele e os seus anjos (Mt 25.41), juntamente com a besta e o falso profeta, que já está ali desde o início do milênio. Com a prisão de Satanás e dos seus anjos, findará todo pecado e toda morte, como também toda rebelião do planeta terra.

O JUÍZO FINAL
E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono. E abriram-se os livros, e abriu-se outro livro que é o da vida: e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras (Ap 20.11-12).
O grande trono branco que foi visto por João, é grande porque representa o grande poder infinito de Deus, é branco porque representa a justiça perfeita e completa de Deus.
1º- No juízo final vai haver a ressurreição dos mortos: isto é, dos ímpios, de todos os que morreram sem salvação desde Caim até o final do século (Ap 20.11-15; Mt 10.28; Dn 12.2). E deu o Mar os seus mortos que nele havia, isto é, os mortos desde o dilúvio (Gn 7.21-23), todos que morreram e seus corpos não forma encontrados como o do Exército de Faraó e de seus comandados (Ex 14.27-28; Ap 20.13). E vi os mortos, grandes e pequenos (Ap 20.12). O texto no sentido original refere-se a ricos e pobres, isto é, a prestígio e influência, famosos e infames. (Ap 20.12; 11.18; 13.16).
2°- O juiz naquele dia será o Senhor Jesus: (Jo 5.22, 27-29; At 17.31; 10.42). Está predito (At 17.31). Deus determinou, e deu certeza a todos, que há de julgar o mundo os vivos e os mortos. Fugiu a terra e o céu (Ap 20.12). A glória de Jesus em seu aspecto mais maravilhoso fará recuar a terra e o céu (II Pe 3.10,12).

Os livros presentes que serão abertos no julgamento são:
1.O livro da vida (Ap 20.12; Dn 12.1; Fp 4.3)
2.Os livros das obras (Dn 7.10; Ap 20.12)
3.A Bíblia (Jo 12.47-48)
4.O livro da consciência e pensamentos (Rm 2.15,16)
5.O livro das palavras (Mt 12.31-37)
6.O livro das lágrimas (Sl 56.8)
7.O livro dos corpos (Sl 139.15,16)
8.O livro das maldições (Zc 5.1-4).
No juízo final todos serão julgados, um por um esse julgamento pode durar muitos anos, ou até  mil anos (Ap 20.12; Rm 14.11,12; Dn 7.10; 12.2).

A RENOVAÇÃO DOS CÉUS E DA TERRA
Deus vai operar o milagre da renovação dos céus e da terra para extinguir, por completo, todo tipo de poluição.
Satanás poluiu o mundo com todos os tipos de pecados e maldade pelo o mundo (Jo 1.29), com violência porque o diabo veio para matar, roubar e destruir.
Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra em que habita a justiça. (Ap 21.5; II Pe 3.13).

Sete coisas novas:
1.O novo céu (II Pe 3.13; Ap 21.1)
2.A nova terra (II Pe 3.13; Ap 21.1)
3.A nova cidade (Ap 3.12; 21.10)
4.O novo nome (Ap 2.17)
5.A nova luz (Ap 21.23; 22.5)
6.O novo sol (Ap 22.5)
7.O novo povo (Ap 21.10-11).
A glória dos remidos estará na Jerusalém celestial, ali não haverá mais maldição, não haverá mais noite, pois a glória do Cordeiro a iluminará, ele será a nossa luz (Ap 21.22-24; 22.1-5).

O ESTADO ETERNO E PERFEITO
Todos os cristãos aguardam com ansiedade os grandes benefícios espirituais do nosso Senhor Jesus Cristo na eternidade de glória, como o dia eterno (Ap 21.25; 22.5; II Pe 3.18). Mas, os santos do Altíssimo receberão o reino e reinarão para sempre de eternidade em eternidade. Todas as coisas serão restauradas e a igreja estará em estado de glória e reinará com o Cordeiro para todo o sempre (Dn 7.18; Ap 22.1-5).

As Sete Glórias dos Remidos: (Ap 22.3-5)
1.Não haverá mais maldição (Ap 22.3). Todas as coisas que vieram com o pecado, como as tristezas, os sofrimentos e doenças serão removidas. Os salvos terão uma santidade perfeita.
2.O trono de Deus e o do Cordeiro estarão ali (Ap 22.3); será um governo perfeito, sem desordem e anarquias;
3.Os seus servos o servirão com perfeição (Ap 22.3); haverá uma profunda identificação entre Deus e os seus remidos.
4.Será dada uma visão eterna e perfeita (Ap 22.4)
5.Haverá possessão eterna (Ap 22.5).
6.O dia será eterno (Ap 22.5); não haverá noite, Cristo os iluminará, ele será a nossa luz, nada nos atemorizará.
7.O reino será eterno (Ap 22.5); Juntos, inseparavelmente com nosso Senhor.

O Céu:
1º- Diversos vocábulos são traduzidos por “céu” pelos eruditos, no que diz respeito ao (“céu” singular), e aos (“céus” plural), porém, os únicos que realmente são mais importantes são o hebraico “shamayim” e o grego “ouranos”. Estes vocábulos eram e são freqüentemente usados para representar o Universo (Gn 1.1; 14.19; 24.3; Jr 23.24; Mt 5.18).
Além do firmamento visível existia a região chamada de primeval das águas que, em certo sentido, foi também denominada “céus” (Gn 1.7,8; Sl 148.4) e, após o Dilúvio, não mais se fala na história da criação (Gn 7.11; II Pe 3.5-7).
2º- Os hebreus empregavam a frase céu dos céus (Dt 10.14; I Rs 8.27; Sl 115.16), para representar os céus na sua vastíssima extensão. O termo “ouranos” que freqüentemente é mais usado no singular teve sua origem no grego de Homero, com o significado de (“abóbada celestial”), ou “firmamento”. Para os escritores sagrados, especialmente aqueles relacionados com a poesia, o céu era retratado desta maneira.
No hebraico, a palavra “shamayim” indica o plural. Isso pretende mostrar que há mais do que somente um céu.
Na Bíblia distinguem-se pelo menos três céus:
1º- Céu inferior. Por céu inferior entendemos o céu atmosférico. Isto é o “alto”: onde sobrevoam as aves e os aviões (atual), passam as nuvens, desce a chuva, e se processam os trovões e relâmpagos. Deus o chamou de “... a face da expansão dos céus” (Gn 1.20) e Jesus de “... Extremidade inferior do céu” (Lc 17.24)
2º- Céu intermediário: Por céu intermediário entendemos o céu estelar ou planetário, chamado também o céu astronômico. A Bíblia o chamou de a “altura”.
3º- Céu superior: Esse é chamado de “as alturas” em várias conexões das Escrituras Sagradas (Sl 93.4; At 1.9: Hb 1.3). É declarado em II Co 12.2, como sendo “... o terceiro céu” = “o Paraíso”
Podemos chamá-lo de “o espiritual”, e de “céu dos céus” por estar acima de todos (Ne 9.6; Jo 3.13).

A origem dos céus quando foram criados por Deus:
Deus criou os céus pelo supremo poder da Palavra (I Cr 16.26; Jó 26.13; Sl 8.3; 33.6; 96.5; 136.5; Pv 8.27). Todos esses vocábulos eram usados para designar o nome de um lugar onde se manifesta a presença de Deus (Gn 28.17; Sal 80.14; Is 66.1; Mt 5.12, 16, 45,48; 23.9). Onde estão os anjos (Mt 5.12; 6.20; 10.10; Mt 24.36; 28.2; Mc 13.32; Lc 22.43; Ef 3.15; I Pe 1.4; Ap 1.4).
Os céus que agora existem: “O presente argumento tem seu pano de fundo na passagem de II Pe 3.7. Os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro... e, no contexto, lemos, em (II Pe 3.5). Pela palavra de Deus já desde a antigüidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste.

Devemos, portanto, ter em mente no presente argumento, as duas frases significativas:
1º-“existem” (presente); e
2º-“existiram” (passado).

Os judeus em alguns dos seus escritos tinham a concepção de três universos:
1º- O universo antediluviano (do mundo de então), que terminou com o Dilúvio (I Pe 3.20; II Pe 2.5; 3.5,6).
2º- O universo renovado, o nosso universo, que vivemos atualmente e também perecerá (II Pe 3.7,10, 12; Ap 21.1).
3°- O novo universo, no qual reinará a justiça, quando for restaurado ao estado original. Esse é o “mundo que será eterno” e não terá fim (II Pe 3.13; Ap 21.1).

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