20 de dez de 2012



A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL

O Judeus tinham dois calendário o sagrado lunar, e o civil  solar: O sagrado iniciava-se no mês de (Nisã Abril); e terminava em (Adar ou Março). o Calendário civil e solar iniciava-se no sétimo mês do ano sagrado (Tisri ou Etanin), mês de Outubro.
    Segundo o calendário judaico Jesus Cristo nasceu no ano sagrado lunar, mais ou menos em 27 do mês de Adar ou Março do ano 755, que corresponde ao ano 05; antes de Cristo, quando faltava apenas quatro dias para o ano 04; ou seja, para 4.004, quando se deu o inicio a era Cristã que se diz a.C, ou d.C.

    Calendário sagrado lunar:
Numero
Nome do Mês
Aproximação atual
01º-
02º-
03º-
04º-
05º-
06º-
07º-
08º-
09º-
10º-
11º-
12º-
Abibe, Nisã (Êx13 4; Ne 2-1).
Zefir ou Liar (I Reis 6.1.).
Sivã (Ester 8. 9; Lv 23, 15-21).
Tamuz (Ez, 8,14 Jr. 52,5-7).
Abeh Abe (II Reis 25 8.9). 
Elul (Ne 6.15).
Etanim, ou Tisri (I Reis. 8. 2).
Bul ou Marquesvã (I Reis 6 38).
Quisleu (Ne 1.1; Zc 7.1).
Tebete (Ester. 2.16).
Sebate (Zc 1.7).
Adar (Ed 6.15; Ester 3. 7).
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Janeiro
Fevereiro
Março

    Calendário civil solar:
Numero
Nome do Mês
Aproximação atual
07º- - 01º-
08º- - 02º-
09º- - 03º-
10º- - 04º-
11º- - 05º-
12º- - 06º-
01º- - 07º-
02º- - 08º-
03º- - 09º-
04º- - 10º-
05º- - 11º-
06º- - 12º-
Etanim, ou Tisri, (I Rs 8.2).
Bul, ou Marchesvã (I Rs 6.38).
Quisleu (NE 1.1; Zc 7.1).
Tebete. (Ester 2.16).
Sebate. (Zc 1. 7). 
Adar.  (Ed 6.15; Ester 3.7).
Nisã (Ex 23.15; Ne 2.1).
Zive (I Rs 6. 37).
Sivã (Ester 8.9).
Tamuz (Ez 8.14).
Abe (II Rs 25.8.9).
Leul (Ne 6.15).
Outubro
Novembro
Dezembro
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro

TERCEIRA DISPENSAÇÃO PÓS DILUVIANA - DO GOVERNO HUMANO: A terceira dispensação vai desde o dilúvio até a dispersão na confusão das línguas em Babel. Babel é a primeira cidade mencionada depois do dilúvio, construída com torre. Fundada por Ninrode um grande e poderoso caçador. Ninrode foi temente a Deus, mas se envaideceu por causa de sua fama, esquecendo-se do Senhor e se uniu aos filhos dos homens (Gn 11.5-9; 10.8-10). 


Segundo o dicionário da Bíblia, a grande Babilônia foi construída em Babel, no antigo império Sinear (Gn 11.2.9), também chamado de Caldéia (Jr 5.10), um lugar de confusão, algazarra, balbúrdia, onde Deus confundiu a linguagem dos filhos dos homens.   Esta região é a antiga Mesopotâmia, a terra do princípio da história da Bíblia. O berço da raça humana, hoje parte da antiga Mesopotâmia, (que no grego significa: país entre rios) é ocupada pelo Iraque do Ex-ditador Saddam Hussein. 

   Daquela terra surgiu o povo hebreu, o patriarca Abrão progenitor de Isaque e Ismael e deles descendem os judeus e os Ismaelitas. E dos Ismaelitas descendem os povos Islâmicos. Ninrode, neto de Cão, bisneto de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Sistema de Competição Organizada – de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro, Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo.

 

O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de “Marad” que significa “ele se rebelou”. Afastando se de Deus, começando uma grande apostasia bem organizada. Ninrode era tão perverso que se casou com sua própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa Semíramis propagou a doutrina maligna, a sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual.
Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.
Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento, 25 de dezembro, ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” sendo esta a verdadeira origem da “Árvore de Natal”. Por meio de suas artimanhas e sua astúcia, Semíramis mãe-esposa converteu-se na “rainha do Céu” dos babilônios e Ninrode no “Divino Filho do Céu”. Por gerações, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal, o deus-sol.  Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino”, isto é, Semíramis e Ninrode redivivo. No Egito, sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípcio da Rainha do Céu nascera em 25 de dezembro). O mundo pagão celebra essa famosa data de nascimento, há muitos séculos antes do nascimento de Cristo.

O nome “Papai Noel” é uma associação ao nome “São Nicolau” um bispo de Mira na Ásia Menor hoje Turquia, no período do império Romano. Veja na Enciclopédia Britânica, vol. 19, Pg. 648-649, edição inglesa, o seguinte: São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de janeiro, que e falecido no dia 6 de dezembro de 342 d.C. E mais tarde foi transferido para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau é Papai Noel.
Sob o império de Diocleciano, Nicolau foi encarcerado por recusar-se a negar sua fé em Jesus Cristo. Depois no império Constantino Nicolau volta a enfrentar oposição, desta vez da própria Igreja por pregar heresia, um debate com outros líderes eclesiásticos, Nicolau levanta-se e esbofeteia um de seus antagonistas. Isso o impede de permanecer como um líder da Igreja.
Nicolau, porém, não se dá por vencido e permanece atuante, prestando auxílio a crianças e outras pessoas necessitados. E com isto consegui um grande número de adepto que o seguio criando assim uma seita chamada de os Nicolaitas que preseguio a igreja de Cristo, este registro encontra nas cartas das sete igreja da Ásia no Apocalipse.
     Durante o ano os pais castigam os filhos para não mentir, mas na época do natal, conta-lhes esta tamanha mentira do papai Noel! Não seria melhor pensar que a manhã muito deles ao crescerem e conhecer a verdadeira história saberem que não existe “Papai Noel”, eles podem também pensar que Deus é um mito? Essa é uma ação errada dos que se diz ser cristãos, eles estão ensinarem mentiras para os seus próprios filhos?
O que diz a Bíblia sobre o Natal e sobre a árvore de Natal? Se a Bíblia nada diz para comemorarmos o Natal, nem mesmo registra tal observância por parte dos apóstolos e pelo próprio Jesus. Os apóstolos nunca celebraram ou comemoração o nascimento de Jesus Cristo. Não há na Bíblia nenhum mandamento a respeito de comemoração do nascimento de Jesus, como o de festejar o Natal, o que há, é a ordenança de celebrarmos a sua morte e ressurreição que nos proporcionou a vida eterna a través da Ceia do Senhor (I Co 11.23-26; Jo 6. 40; Jo 6. 54; Jo 13.14-17).

 No livro do profeta Jeremias 10.2-5: Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos espanteis com os sinais dos céus, porque com eles os gentios se atemorizam; v3 Porque os costumes dos povos são vaidade; pois corta do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, com machado; v4 com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile; v5 Os ídolos são como um espantalho em pepinal e não podem falar; necessitam de quem os leves, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem.
Deus nos ordena a não, seguir esse caminho! Certas pessoas se enganam ao pensar que não faz mal ter uma árvore de Natal. Porém, com ela, nos associamos à festividade gentílica e babilônica. Ter uma árvore de Natal em casa é o mesmo que ter uma imagem, Ídolo, ou um “santo”. Certamente você deve questionar: eu tenho, mas não adoro. Mas Deus diz:não terás outros deuses além de mim” (Êx 20.1-6). “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim”.
A Bíblia diz que Deus não aceitará quando alguém usar de costume, ou maneira gentílica de culto para tentar honrar a Cristo. Até mesmo ascender lenha em fogueiras, velas como cerimônia cristã é meramente perpetuação e estimula ao costume pagão.
Jesus disse plenamente: Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade (Jo 4.24). Jesus disse:Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens” (Mt 15.9). A observância do Natal é preceito dos homens e isto foi proibido por Deus como já vimos. No entanto, é isto que fazem as pessoas por todas as partes do mundo! Honram um dia no qual Cristo não nasceu, gastando todo dinheiro que conseguem juntar para comprar presente, para trocar com outros amigos e familiares. O mês de dezembro acostuma ser o mês mais pobre financeiramente para a obra de Deus! Todos estão ocupados trocando presentes entre si. Assim, raramente retornam ao normal, no apoio da obra de Deus, senão por volta do mês de março, ou Abril.
A verdadeira origem do Natal: encontra-se na antiga Babilônia. Está ligado à apostasia organizada que mantém preso o mundo enganado por todos esses séculos. É hora de sair da apostasia e do engano, pois o Natal de (25 de Dezembro) é uma mentira, no calendário judaico, Jesus nasceu no final do mês de Adar, que corresponde ao mês de março. Portanto, recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta, por sua vez, o recebeu do paganismo babilônico. A principal tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e nas instruções bíblicas sobre o nome Babilônio. Babilônia era capital que ocupava o mesmo local da Torre de Babel que, no hebraico, significa (“porta de Deus”): Babilônia foi edificada na planície de Sinear ou Caldéia (Jr 50.10). No mesmo local onde foi à sede do governo de Ninrode, na Torre de Babel foi edificada vinte e oito séculos antes do nascimento do rei Nabucodonosor e foi destruída pelos assírios em 689 a.C. Este rei edificou a grande Babilônia e o templo, esta cidade já foi uma das sete maravilhas do mundo (Esdras 1.7; 5.14; Dn 1.2).

     Segundo a geografia bíblica, a ruína da antiga Babilônia está situada no meio de uma planície não muito longe do rio Eufrates a 80 quilômetros ao Sul da moderna cidade de Bagdá, no Iraque perto do Golfo Pérsico. Esta Babilônia era para os profetas do Antigo Testamento a mesma coisa que Roma era para João no Apocalipse. A antiga cidade de Babilônia não existe mais literalmente, ela hoje é representada como símbolo de uma mulher montada sobre a besta (Ap 17.3-6).
Esta mulher, ou esta Babilônia hoje é Roma a capital da Itália, fundada em 753, d.C; por Rômulo e seu irmão Remo, a 24 quilômetros do rio Tibre. Roma é a única cidade do mundo edificada sobre Sete Montes, os nomes deles são: Aventino, Palatino, Célio, Esquilino, Vidimal, Quirinal, e Capitólio, (cf. Ap 17. 9).

 Os reis da terra se embriagaram com o vinho de seu cálice (Ap 17.2-4), sua doutrina tem dominado os governos de todas as nações ela reina sobre os reis da terra. A besta sobre a qual está assentada a mulher de (Ap 17.7-17) é a mesma de (Ap 13.1-10).
A besta significa: o Império Romano ressurgido, os dez chifres são 10 reis que ainda não receberam seus reinos, mas receberão juntamente com a besta e estes cooperarão se levantarão contra a prostituta porque Deus permitiu que aborrecessem aquela mulher a ponto de destruí-la (Ap 17.16). A mulher, hoje representa o cristianismo apostatado que, em adultério com o mundo se desviou do Evangelho. A principal aplicação é feita à Igreja Católica Romana que arroga a si a autoridade sobre as nações, dá muito ênfase ao mistério do v5, possui imensas riquezas e derramou o sangue dos fiéis até o de Cristo Jesus, e lá ainda existe monumento comemorativo à morte de muitos cristãos primitivos que foram martirizados pela ordem de Roma, (Ap 17.6; 18.24).

A MULHER MONTADA SOBRE A BESTA

(Ap 17. 1-7); v1. E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que esta assentada sobre muitas águas; v2 - Com a qual se prostituiram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição. Um dos sete anjos que escutavam as ordens do juízo das taças convida João para ver de perto “a grande prostituta que se assenta sobre muitas águas”, cuja condenação é motivada por ter contaminado os reis e a todos quantos habitam na terra, os quais se embebedaram com o vinho da sua prostituição; v3; “E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmias, e tinha sete cabeças e dez chifres”.
      Sem hesitar, João deixa-se levar pelo anjo. Sem dizer palavra, e em espírito, foi transportado a um deserto, onde viu com espanto uma mulher, uma grande prostituta, a grande Babilônia, cuja condenação, já fora anunciada desde os céus com grande jubila. Ela cavalgava sobre uma Besta, de cor escarlata que tinha sete cabeças e dez chifres. Sem duvida, trata-se da “Besta” que subiu do mar, do capitulo 13, representada aqui com todas as suas características: sete cabeças e dez chifres, de cor de escarlata (poder outorgado pelo dragão vermelho, e suas características). Ela estava no deserto, tipificando o seu poder universal; e também estavam “cheia de nomes de blasfêmias”, significando as suas atividades contra Deus.

A mulher estava assentada sobre a Besta: Compreende-se que haverá uma submissão direta, talvez oriunda de um pacto amistoso do Império Romano.
   (Ap 17.4). ”E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua Mão um cálice de ouro cheio de abominações e da imundícia de sua prostituição”.
A mulher é vista aqui pouco antes de sua condenação, e o anjo mesmo se incumbe de falar a seu respeito. Ela está trajada de púrpura e muito bem adornada com ouro e pedras preciosas, demonstrando-se grandemente atraente em sua aparência falsa e também esta vestida de escarlata, que é a cor predileta de Roma. Tem na sua mão um cálice de ouro, cujo conteúdo diz das profundezas da iniquidade que oferece aos povos, línguas e nações, sobre os quais esta assentada que significa: muitas águas. O cálice esta cheio das ‘abominações e imundícia da sua prostituição’, cuja bebida tem embriagado os habitantes da terra. Dois grandes males são aqui manifestos: ‘Abominação’ (idolatria, adoração de imagens) (comp. Dt 7.4,5; 25.26; 12.2,3; I Sm 15.13; Is 44.19; Ez 16.30). ‘Imundícia da sua prostituição’ (corrupção) (comp. Gl 5.19-21; Ef 5.3-5; Cl 3.5,6).

(Ap 17. 5). E na sua testa estava escrito o nome, um mistério: a grande Babilônia, a mãe das Meretrizes e abominações da terra. Mistério e segredo ainda não revelado. A Besta estava cheia de nomes de blasfêmias, mas a mulher tinha em sua testa o nome: Mistério; (Ap 17. 6). “E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo eu maravilhei-me com grande admiração”. Aqui o romantismo é o principal assunto desta profecia, começaremos com a identificação do Romanismo como símbolo de uma Mulher.
    Na realidade a histórica descrição aqui é tão exata e perfeitamente idêntica que não dão margem ao engano. Roma papal diz ser mãe de todas as igrejas e senhora de todo o cristianismo. O papa arroga a si a autoridade sobre todos os povos do mundo.
     Em 1825, o papa Leão XII emitiu uma medalha, que tinha um lado a sua própria imagem e do outro a igreja de Roma, que simbolizava uma mulher, tendo em sua mão esquerda uma cruz e na direita um cálice, com a legenda (Sedet super-universo).
     Os reis da terra se embriagaram com o vinho de seu cálice (Ap 17.2-4), sua doutrina tem dominado os governos de todas as nações, ela reina sobre os reis da terra. A besta sobre a qual está assentada a mulher de (Ap 17.1-17); é a mesma de (Ap 13.1-10). Os dez chifres são 10 reis que ainda não receberam seus reinos, mas receberão juntamente com a besta e estes cooperarão com o Anticristo e se levantarão contra a prostituta porque Deus permitiu que aborrecessem aquela mulher a ponto de destruí-la.
    (Ap 17.16). A mulher, hoje representa a igreja romana que, em adultério com o mundo se desviou do Evangelho.
A mulher de escarlata é intolerável e perseguidora: Ela é vista embriagada com o sangue dos santos. Aqui novamente o paralelismo entre o símbolo e o sistema religioso apostata é perfeito. Contai se puder quantidade das vitimas da obra sanguinolenta de Roma no mundo, sobre o período da inquisição, suas crueldades e assassínios. Matou mais seres humanos, que a segunda guerra mundial, tem tingido suas mãos no sangue de alguns dos mais nobres e puros filhos de Deus. Não é sem uma profunda significação que a prostituta é trajada de escarlata e carmesim: ela é de índole sanguinária, e está tingida de sangue dos santos e das testemunhas de Jesus.

      A prostituta, mãe das abominações: ou seja, da idólatra e de imagem, relíquias, de seres humanos (os santos, ou os canonizados) e anjos são objetos de adoração.
        A virgem Maria, com uma vasta multidão de adoradores tem um lugar de veneração muito mais alto do que teve Minerva na Grécia, Cesar em Roma, ou Diana em Efésio e o próprio Senhor Jesus.
     Desde que pio IX oficialmente proclamaram o dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria, esta foi colocada em um lugar de autoridade nunca dantes alcançado. Acrescentando-se a isto o dogma da infalibilidade papal, decretado em 1.870 pelo concilio do vaticano, pode-se compreender a que altura de arrogância e blasfêmia este sistema romano tem chegado.
 (Ap 17. 6). “E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu maravilhei-me com grande admiração”. (v7). “E o anjo me disse: porque te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres.”
   Graças a Deus, aqui não há confusão, mesmo que nas interpretações humanas não haja entendimento, por que aqui o próprio anjo revela quem é a Besta? (Ap 17.8). A besta que viste, foi e já não é, e há de subir do abismo, e ira a perdição; dos que habitam na terra.

1º- “Foi”: Um período de existência. Os anais da história dizem-nos que Roma foi potencia; foi republica até ao ultimo século antes de Cristo, época em que se tornou Império. Durante cinco séculos foi um Império poderoso, mas no século V, as tribos germânicas começaram a dar - lhe golpes formidáveis na região ocidental.
2º- “Já não é”: pois se tornou um período de ausência – a cidade de Roma foi destruída e, durante os séculos que se seguiram, os Turcos e os Sarracenos demoliram a parte oriental do Império Romano; hoje, Roma existe, as instituições romanas existem, mas não o Império Romano.
3º- “Há de subir do abismo”: Sua volta, vindo do abismo. Esta é terceira fase prevista aproxima-se da sua realização. Satanás fará reviver o Império e imprimirá nele o cunho do seu caráter.
Devemos distinguir entre ressurgimento da Besta (Império Romano)
 O que João vê neste versículo (8) é a restauração do Império: “Está prestes a subir”.
4º- “Irá à perdição”: Sua ruína é a fase final da existência do Império Romano, Império que o Senhor julgará quando vier no seu poder; então lançará a Besta (chefe do Império Romano), juntamente com o Anticristo, ambos vivos, no lago de fogo (cap. 19.20).

       (Ap 17.9). Aqui há sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher esta assentada; v10, “E são também sete reis: cinco já caíram, e um existe; outro ainda não e vindo; e quando vier, convém que demore um pouco de tempo”.
“As sete cabeças são sete montes.” A cidade de Roma esta situada sobre o rio Tibre e é como já dissemos a única cidade do mundo universalmente conhecida por, “cidade das sete colinas”. (Ap 17.11). E a besta que era e já não é, ela também o oitavo, e é um dos sete, e vai à perdição: Setes cabeças significam: sete sistemas sucessivos de governo civil e político, com suas dinastias que completam a historia do Império.
E são também Sete reis: cinco já caíram ou já passaram; um existe e outro é vindo.

1º- A dinastia de Reis: os sete primeiros reis de Roma foram: 1º- Rômulo. 2º- Numa Pompilo. 3º- Túlio Hostilio. 4º- Anco Marcio. 5º- Tarquínio Priscom, 6º- Sergio Túlio. 7º- Tarquínio um soberbo de 754 a 510 a.C.
2º- Senado a realeza: foi abolida e o governo foi confiado a dois Cônsules, cujo poder era absoluto (de 510 a 300 a.C).
3º- A republica: Depois de (300 a 58 a.C), o senado foi abolido, e é estabelecido à República Romana ate em 58 a.C.
4º- Triunvirato: Composto pelos seguintes Imperadores: Julio Cesar, Pompeu e Crasso (de 58 a 44 a.C). Triunvirato significa: vitalício.
5º - Tribunais Militares: Composto por: Lépido, Antonio e Otávio (de 44 a 31 a.C). Até aqui as cinco primeiras dinastia caíram:
6º- Um existe, o Império Romano: Um Governo Imperial; é o sexto sistema, sob o qual João foi desterrado, ou seja, foi exilado para a ilha de Patmos, no reinado de Domiciano. Governa Imperial era a forma de governo existente nos dias do apóstolo João.
7º- Outro é vindo: o sétimo sistema de governa que voltou a existir: As Dinastias foram de mais sete dinastias como vemos a seguir.
E também o oitavo Sistema de governo.

1ª- Dinastia: dos Césares Augusto (Otavio) de 31 a.C. a 14 d.C. Tibério de 14 a 37 d.C. Calígula, de 37 a 41 d.C. Cláudio, de 41 a 51 d.C. Nero de 51 a 68, os três Galba, Olhão e Vitellio de 68 a 69 d.C.
2ª - Dinastia: Dos FALVÍOS: Vespasiano, de 69 a 79 d.C; Tito, de 79 a 81 d.C; Domiciano, de 81 a 96 d.C.
3ª- Dinastia: Os ANTONINOS: Nervas, de 96 a 98 d.C; Trajano, de 98 a 117 d.C; Adriano, de 117 a 138 d.C. Antonino Pio, de 138 a 161 d.C; Marco Aurélio, de 161 a 180 d.C; Commodo, de 180 a 192 d.C.
4ª - Dinastia: Os SEVEROS: Pertina e Didio, 193 d.C (os dois alguns meses); Septimo Severo, de 193 a 213 d.C; Caracolla, de 213 a 217 d.C; Macrino, de 217 a 218 d.C; Heliogabalo, de 218 a 222 d.C; Severo Alexandre, de 222 a 238 d.C.
5ª - Dinastia: a ANARQUIA MILITAR: Gordiano III, de 238 a 244 d.C; Valeriano: de 253 e 260 d.C; Aureliano, de 270 a 276 d.C; Probo, de 276 a 282 d.C; Diocleciano de 284 a 305 d.C.
6ª- Dinastia: acordo entre Licinio, de 313 a 323 d.C; e Constantino, de 313 a 337 d.C e os três filhos de Constantino: o Constantino II, Constante e Constancio, de 337 e 361 d.C; Juliano, de 361 a 363 d.C; Valentino e Valente, de 363 a 378 d.C; Teodósio, de 378 a 395 d.C.
7ª- Dinastia: divisão do Império em Ocidente e Oriente. Honório, primeiro filho de Teodósio, reinou no Ocidente, de 395 a 424 d.C; e Arcádio, reinou no Oriente, de 395 a 408 d.C. Com a morte de Arcádio desapareceu o poderio Romano no Oriente; ficando, todavia Valentiniano III; que reinou em Roma, de 424 a 435 d.C; e Rômulo Augustulo, que reinou de 435 a 455, data em que Odoacro, rei dos hérulos, apoderou-se de Roma, terminando assim o Império Romano.
Outro é vindo, pois ainda não chegou: é o oitavo, e é um dos sete.
8º- O Império Romano: (caído ferido de morte) que ressurgira materialmente, sobre novas condições. A Besta a sétima cabeça do sistema civil e político do Império Romano, contando desde o seu inicio até o final; e também, será a oitava Dinastia na Ordem. O governo da Besta será por pouco tempo: irá perdição (Dn 7.26).

Existem outras formas de interpretações. Desde o princípio da história existiram cincos grandes Impérios mundiais, que tem sete reis: cinco já passaram; um existe e outro é vindo.
Os cincos são: 1º- O Egito. 2º- A Síria. 3º- A Babilônia. 4º- O Medo – Persa. 5º- A Grécia. 
6º- Um existe: o Império Romano existia neste período, quando João escreveu o Apocalipse.
7º- E outro é vindo: a Besta a sétima cabeça do sistema civil e político do Império Romano, caído (ferido de morte) que ressurgira materialmente, sobres novas condições.
8º- Será a oitava dinastia em ordem: O governo da Besta será por pouco tempo: irá à perdição (Dn 7.26; Ap 17.12). E os dez chifres que vistes são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta, v 13. Estes tem um mesmo instinto, e entregarão o seu poder e autoridade a besta. Como já falamos: o Império Romano ressuscitado governará sobre uma Liga de Dez Nações, que constituirão dez reinos em toda a Terra. Em 1946 a Europa fez mansão de criar o EUE. Estados Unidos da Europa, com uma confederação de nações.
Aqui temos a Europa no panorama profético: quando o Ocidente Europeu foi ameaçado pela expansão Russa após a segunda guerra mundial, houve uma preocupação por parte da Europa e com isso criaram duas iniciativas:
A primeira: no campo Militar preparação para guerra; com a criação da (OTAN. Organização do Tratado Atlântico Norte).
A Segunda: no campo do comércio, em Messina no ano de 1955, deu inicio as bases do MCE: Mercado Comum Europeu, e depois a criação da CE: Comunidade Europeia; nasceu em 25 de março de 1957, em Roma; com a primeira reunião chamada de tratado de Roma, com a assinatura das seguintes Nações: Bélgica, França, Itália, Holanda, Luxemburgo e a República da federação Alemã.
Mercado Comum Europeu: A Comunidade Econômica Europeia é uma organização internacional criada por dois tratados, o de Roma de 1957 (em vigor desde 1958), com a finalidade de estabelecer um mercado comum europeu. A (CEE): foi constituída em seu início, por doze países: Europeia, Alemanha, França, Espanha, Itália, Bélgica, Portugal, Grécia, Luxemburgo. (Países Baixos); Reino Unido, Irlanda e Dinamarca. E em 1995, entraram no bloco: a Áustria, a Finlândia e a Suécia, ampliando para quinze os países integrantes. Todos os países que estão neste mercado, abriram suas fronteiras alfandegárias, sendo que os países integrantes podem vender suas mercadorias em qualquer um deste país, sem pagar nenhum tipo de imposto. Com a unificação da Europa, as empresas ampliaram seus negócios, fazendo até fusões com empresas de outros países.
O conceito mudou: hoje é o seguinte um alemão pode abrir uma conta bancária na Itália, ou um francês pode comprar um carro na Bélgica. Deste jeito, foi criada uma moeda única para os países integrantes, do grupo, o Euro, moeda europeia.
União Europeia: com sua expansão acredita que todos os países aderentes possam nos próximos anos partilhar também do euro como moeda oficial única.
A CEE: foi a mais famosa das três comunidades europeias, depois do tratado de Maastricht (1992 ou TUE), mudou o nome para comunidade Europeia (CE). Também no tratado de Maastricht se criou oficialmente a União Europeia. Após a criação da união Europeia, a CE (antiga CEE) passou a formar parte do primeiro dos Três Pilares da União Europeia. Criando também Conselho Europeu.
Voltemos aqui para a palavra de Deus, vejamos o que diz; v15. “E disse-me: As águas que viste, onde se assenta à prostituta, são povos, e multidões, e nações e línguas”. Assentada sobre povos, multidões, nações e línguas, procurando unir e juntar sob o seu domínio, eis a posição que deseja alcançar à grande Babilônia; v16 - E os dez chifres que viste na besta são os que aborrecerão a prostituta, e a porão desolado e nu, e comerão a sua carne, e a queimarão a fogo;
v 17. “Porque Deus tem posto em seus corações que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma ideia, e que deram a besta o seu reino, até que se cumpram a palavra de Deus”.

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