22 de set de 2011

ESTUDOS BIBLICOS E MENSAGENS

1º- esboço.
 TEMA: PARA QUEM É O CULTO CRISTÃO?
O culto cristão é um serviço se adoração ao Senhor Deus. Nossa participação no culto deve ter em primeiro lugar, o intuito de agradar a Deus. Se pudéssemos agradar também os presentes, seria bom, mas que isso não seja o fator principal. Quem está dentro da vontade de Deus, irá sentir-se a vontade e fazer de tudo para que Deus seja o centro do culto. Quem está preocupado apenas com seu bem-estar dentro da liturgia, geralmente terá problemas para participar do culto e achará tudo uma chatice. Mas, fazer um culto de acordo com a vontade de Deus é algo difícil porque as pessoas sempre querem que o culto seja do seu agrado. Parece que se não for de seu gosto, Deus também não aceitará.

O LOUVOR CONGREGACIONAL: O louvor é para Deus, não é para agradar a qualquer membro da igreja. Quem está louvando deve estar com o coração ligado em Deus, sem se preocupar em agradar a qualquer pessoa presente, sabendo que está trabalhando para o Senhor Jesus. Deus não escuta como nós. Nós ouvimos a voz de alguém afinado ou desafinado, Deus ouve o coração. Deus escuta nosso coração. Deus sabe do nosso esforço, da dedicação em ensaios para que tudo seja recebido por Ele como nosso melhor. Para alguns, se a música entoada não é do seu gosto, geralmente ficam quietos e demonstram desinteresse, ou cantam só por obrigação, e isto fica claro em seu semblante. Se a pessoa que está liderando o louvor tem consciência de que está fazendo para Deus, a atitude de algumas pessoas da Igreja não a incomodará, porém se a pessoa é insegura, vai procurar mudar o estilo e cantar louvores em ritmos e letras que agradem as pessoas presentes, mas, será que vai continuar agradando a Deus?

LOUVOR DE EVANGELIZAÇÃO: Se o culto é de evangelização, os hinos devem ser de evangelização. hinos que falem de salvação, do sacrifício de Jesus por nós. Mas na maioria das vezes cantam-se hinos com letras que falam de bênçãos, com ritmos bem alegres, achando que com isto vai agradar o visitante. Agradar pode ser, mas ao terminar o cântico a pessoa não terá no que refletir, já que ficou apenas curtindo o som barulhento. Para que isso não aconteça, é essencial também que haja a compreensão do pessoal dos instrumentos para que seu som não fique acima das vozes.
Hinos que “batem” forte na alma são aqueles que trazem uma mensagem que quebranta os corações. Muitas pessoas se converteram ouvindo: Foi na cruz, foi na cruz, onde um dia eu vi meu pecado castigado em Jesus... (Harpa Cristã). É um hino triste, mas fala profundo ao coração do pecador, deixando espaço para o Espírito Santo de Deus trabalhar, levando a pessoa à reflexão e a se converter.

A ADORAÇÃO: A adoração é individual e espontânea, esta é a adoração que agrada a Deus. Então não adianta ficar determinando como deve ser a adoração, querendo que todos adorem da mesma maneira. Além de ficar parecendo uma orquestra desafinada, torna-se uma “adoração” mecânica e falsa. Adoração não é um ritual. Você não vai à igreja e segue fórmulas de adoração. Adoração envolve o nosso coração, mente e vontade. Adoração é se doar totalmente, em toda verdade e honestidade, envolvendo e refletindo o amor e a generosidade de Cristo. Adoração é mais do que cantar belos hinos na Igreja. É mais do que seguir o som de instrumentos e músicas. Como verdadeiro adorador, você poderá adorar ao Senhor em todo o tempo, em todos os lugares e com toda a sua vida. (João 4.23). Mas à hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
Uns adoram a Deus com palmas, outros com danças, alguns com palavras de engrandecimento ao Senhor. Alguns falam em línguas estranhas (os batizados com o Espírito Santo). Existem os que se prostram. Existem os mais comedidos que adoram quietinhos, falando apenas para Deus ouvir. Então que cada um adore ao Senhor como sentir em seu coração, sem se preocupar se alguém está adorando de outra maneira.

A PREGAÇÃO DA PALAVRA: A Palavra deve ser o ponto principal do culto, por isso deve haver tempo disponível para que a pregação não seja prejudicada. Nada é pior para o pregador do que ficar preocupado com o relógio, tendo que resumir a ministração da Palavra. Se o Espírito Santo guiar a pregação, ela será agradável, mesmo sendo de correção ou doutrina. Se a palavra de correção vier com amor e carinho, vindo de Deus, não provocará angustia ou mal estar nos ouvintes, mas sim arrependimento. Esta afirmação não é válida para pessoas que não aceitam correção, e sempre acham que a Palavra não foi para ela, ou alguém falou de seu problema para o pregador.
Na palavra, Deus trata com cada um dos seus filhos ou ouvintes de modo diferente, por isso não é possível exigir que a maneira como alguém receba a ministração seja igual para todos.

CONCLUSÃO: Que o nosso culto seja agradável ao Senhor. Que nós sejamos participantes e ativos durante toda a liturgia, sabendo que Deus está presente. Não fiquemos julgando irmãos, músicos, cantores ou ministros de louvor. Usemos nosso tempo no culto a serviço do nosso Deus. Para adorar o Pai em espírito e em verdade. (João 4. 24). Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.

2º- esboço. 
TEMA: COMUNHÃO PESSOAL, E UMA VIDA PLENA COM DEUS
Comunhão pessoal, e uma vida plena com Deus
Atos 2.42. E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. 43 E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. 44 E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. 45 E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. 46 E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração; 47 Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentavam o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.

Estamos abordando o tema comunhão em nossos estudos, já falamos sobre comunhão com: Deus, com Espírito Santo, na Igreja. Hoje estaremos abordando no aspecto pessoal. Creio que aprendemos por todas as Escrituras o valor da comunhão, mas encontramos dificuldades em colocá-la em prática. Existe um longo caminho que precisamos trilhar e aprender para chegar a este nível espiritual desejado de plena comunhão com Deus. O que poucos cristãos descobriram que a comunhão exigida por Deus, é para nosso próprio benefício. Entre todas as bênçãos é a principal para uma vida cristã bem sucedida. Pois é possível uma pessoa conhecer a Deus, falar acerca de Deus. Mas podemos afirmar que a verdadeira fé está interligada com uma genuína comunhão, no sentido mais pleno e profundo com Deus. Jesus afirma nesta passagem alguns aspectos importantes na vida de comunhão. Suas palavras aos discípulos nos levam a entender a seriedade e a complexidade que envolve a comunhão pessoal.

Para vivermos em plena comunhão com Deus temos que levar em conta os seguintes princípios:

1º- DEUS PRECISA SER AMADO ACIMA DE TODAS AS COISAS
Nosso tempo exige tanto de nós, que se torna perigoso esquecermos-nos da vida de comunhão com Deus. E nos encontramos com tantos os impedimentos, que precisamos considerar e dar prioridade à comunhão com Deus. Do contrário nossa vida se torna superficial, jamais alcançaremos um nível espiritual elevado. Para que isso aconteça precisamos colocar em segundo plano tudo nesta vida. É buscarmos a Deus como prioridade. Jesus nos ensinou esse princípio Bíblico. A comunhão pessoal, não depende de oportunidade temos que procurar achar tempo momento adequado e disponível para este contato com Deus.

Não é por acaso que o mandamento por excelência já nos ordena, amar a Deus sobre todas as coisas. Para ter comunhão é preciso viver esse mandamento. Muitos cristãos dizem que ama a Deus, mas notamos que é somente de lábios. A evidência de amar a Deus, se baseia e manifesta no desejo de amá-lo. Como temos expressado nossa comunhão, é até fácil dizer que temos comunhão, o difícil mesmo é mostrar provando para Deus o amemos de verdade. Pois nosso amor está em outras coisas banais e materiais desta vida. Nosso tempo de vida é gasto naquilo que não edifica espiritualmente. Tanto amar a Deus e viver em comunhão com Ele é uma ordem e uma necessidade intransferível. Dt 11.1, Mc 12.30, Sl 116.1.

2º- SABER QUE DEUS NOS AMA PROFUNDAMENTE.
Quando temos essa convicção do Amor de Deus por nós, podemos entender o valor da comunhão, respondemos de forma recíproca. Interagirmos com Deus temos prazer em responder pelo seu grande amor. Quantas pessoas infelizmente na Igreja que ainda não entendeu essa verdade Bíblica. O amor de Deus é incondicional sabemos disso, mas isso não basta. Ele deseja que respondamos a esse amor de que forma vivendo com Ele, andando com Ele.

O sinal que de fato prova que sabemos desse amor é desfrutar de uma verdadeira comunhão plena com Deus. É ter prazer neste momento, que pouco entende ainda. Já é tempo de aprendemos que viva cristã, estabelecida nesta base, requer que vivermos uma comunhão plena com Deus, e entender seu grande amor por mim. A minha resposta precisa ter essa característica. Nada na vida merece tanta atenção, quanto à comunhão plena com Deus. Em seu ministério Jesus respondeu a esse amor, a todo instante de usa vida não se esqueceu de afirmar que Deus, é o referencial do amor legítimo por nós. Jr. 31.3; Rm. 5.8.

3º- SABER QUE DEUS SE INTEREÇA POR ESTA COMUNHÃO
Jesus está ensinado aos seus discípulos que a maneira de Deus manifestar na vida MANIFESTA RECIPROCAMENTE. É preciso haver um desejo da nossa parte. A comunhão faz sentido quando tenho desejo em falar e ouvir a Deus na vida. O que tem acontecido no meio cristão que falamos e não queremos ouvir a Deus. Pedimos muitos quanto estamos com necessidades. Comunhão é Deus falar eu ouvir, entender que dessa maneira que Deus manifesta aos seus servos. Fala porque teu servo ouve. Deus manifestava, pois é necessário haver uma disposição para encontrar com Deus. Hoje queremos que Ele se manifeste quando não desejamos fazer sua vontade nosso coração esta ocupado demais com as coisas desta vida. A manifestação de Deus em nossa vida está relacionada com nossa plena comunhão, não só temos, mas também desejamos mais do que qualquer outra coisa desta vida.

CONCLUSÃO: Se deseja que Deus manifeste seu poder, sua vontade, não pense que vai ser por outro meio. Isto só vai acontecer se tivermos plena comunhão com Ele. Temos que valorizar isto e então veremos a manifestação de Deus a nosso respeito de varias maneira; falando, orientando e se manifestando em nos.
João 14. 23. Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada.
Aqui temos uma condição exigiu por Deus para que guardemos sua palavra. Não pense que isto será fácil, mas é possível, viver uma vida de plena comunhão com Deus. Guardando sua palavra. Pois temos em nosso derredor impedimento. I Sm 3.21; I Co 12.7.

3º- esboço.
TEMA: A IGREJA QUE QUEREMOS
A igreja que queremos: (At.1.1-11): v1 Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar, v 2. Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera; v3. Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus. v 4. E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes. v5. Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias. v6. Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntaram-lhe, dizendo: Senhor restaurarás tu neste tempo o reino a Israel? v 7. E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder; v 8. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra; v 9. E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos; v10. E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco; v 11. Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.

Propomos a Igreja uma caminhada. Todos nós sonhamos com uma Igreja diferente da Igreja que somos. Uma Igreja que não tem sonhos para si mesmos é uma Igreja que não tem futuro. Vejamos como deve ser a Igreja de nossos sonhos ou, dito de outra forma, a Igreja que queremos, e, por isso mesmo, por ela devemos lutar e trabalhar.
1º - UMA IGREJA CRISTOCÊNTRICA.
Igreja onde Cristo está no centro. Este é o ensino das Escrituras. At.2.36. Discurso de Pedro no dia de Pentecostes - Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes Deus o fez Senhor e Cristo.
At.4.10-13 - Testemunho de Pedro e João perante o Sinédrio judaico - (At 4.10) - Tomai conhecimento, vós todos os povos de Israel, de que, em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem vós crucificastes, e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, sim, em seu nome é que este está curado perante vós.
(At 4.11) - Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular.
(At 4.12) - E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.
(At 4.13) - Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus.
Ap.1.4-5 - Nas sete cartas às sete Igrejas do Apocalipse - Cristo é a figura central.
(Ap 1.4) - João, às sete igrejas que se encontram na Ásia, graça e paz a vós outros, da parte daquele que é que era e que há de vir, da parte dos sete Espíritos que se acham diante do seu trono
(Ap 1.5) - E da parte de Jesus Cristo, a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da terra. Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados. O que aprendemos a partir desses textos bíblicos é que Cristo é não apenas o coração da mensagem e do testemunho da Igreja, mas, muito mais que isso, é o Senhor da própria Igreja.

Estamos sempre sendo tentados a colocar outros centros na vida da Igreja, como por Exemplos: denominação, tradição, capricho, orgulho, divisão.
Quando Cristo está no centro, Ele expulsa todos esses ídolos da Igreja da mesma forma como expulsou os vendilhões do templo. (I Pe 2.6) - Pois isso está na Escritura: Eis que ponho em Sião uma pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será, de modo algum, envergonhado. (I Pe 2.7) - Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas, para os descrentes, e a pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular (I Co 3.11) - Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo.

2º- UMA IGREJA CHEIA DE PODER.
Em Atos 1.4. E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes. V 5. Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.
Que não se ausentassem de Jerusalém até que do alto fossem revestidos de poder. (Dia de pentecostes). Em Atos a Igreja foi revestida de poder. Esse poder foi uma promessa e uma dádiva de Cristo.

Há sempre uma presença forte do Espírito - símbolo do poder - na vida da Igreja.
(At 13.2) - E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. (At 13:4) - Enviados, pois, pelo Espírito Santo, desceram a Selêucida e dali navegaram para Chipre. (At 15.28) - Pois pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor maior encargo além destas coisas essenciais: (At 16.6) - E, percorrendo a região frígio-gálata, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na Ásia; (At 16.7) - defrontando Mísia, tentavam ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não o permitiu.
A Igreja revestida de poder é a Igreja habilitada, capacitada e equipada para cumprir a sua missão.
Há um poder sobrenatural que a sustenta e a mantém. (At 4.31) - Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com ousadia, anunciavam a palavra de Deus.
(At 3.1) - Pedro e João subiam ao templo para a oração da hora nona. (At 3.2) - Era levado um homem, coxo de nascença, o qual punham diariamente à porta do templo chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam. (At 3.3) - Vendo ele a Pedro e João, que iam entrar no templo, implorava que lhe dessem uma esmola. (At 3.4) - Pedro, fitando-o, juntamente com João, disse: Olha para nós. (At 3.5) - Ele os olhava atentamente, esperando receber alguma coisa. (At 3.6) - Pedro, porém, lhe disse: Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho isso te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!
Alguém disse que a Igreja primitiva não tinha dinheiro, mas tinha poder. E a Igreja moderna tem dinheiro, mas não tem poder. Ou lhe faltam as duas coisas.

3 - UMA IGREJA MISSIONÁRIA.
Em Atos encontramos uma Igreja colocada diante de um desafio: (At.1.8). E sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra.
Devemos ser uma Igreja em missão. Conquistar novos espaços e novas fronteiras.
(At 8.40) - Mas Filipe veio a achar-se em Azoto; e, passando além, evangelizava todas as cidades até chegar a Cesaréia. At 3.1 - Uma Igreja Peregrina - Ela está sempre a caminho. Não está parada nem acomodada entre quatro paredes.
(At 13.13) - E, navegando de Pafos, Paulo e seus companheiros dirigiram-se a Perge da Panfília. João, porém, apartando-se deles, voltou para Jerusalém. (At 14.1) - Em Icônio, Paulo e Barnabé entraram juntos na sinagoga judaica e falaram de tal modo, que veio a crer grande multidão, tanto de judeus como de gregos. (At 20.21) - testificando tanto a judeus como a gregos o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo. (At 18.1) - Depois disto, deixando Paulo Atenas, partiu para Corinto.

Uma Igreja peregrina é uma igreja que cresce:
(At 16.11) Tendo, pois, navegado de Trôade, seguimos em direitura a Samotrácia, no dia seguinte, a Neápolis. (At 16.12) - e dali, a Filipos, cidade da Macedônia, primeira do distrito e colônia. Nesta cidade, permanecemos alguns dias.
At 3.2 - Uma Igreja que Cresce - Hoje nossa tendência é travar uma polêmica sobre o crescimento QUALITATIVO-QUANTITATIVO da Igreja. E quase sempre usamos esse argumento para justificar o nosso FRACASSO quanto ao crescimento quantitativo da Igreja.
No Novo Testamento, essas duas coisas caminham juntas. Uma coisa não excluí a outra, Há um crescimento qualitativo (em poder, ousadia, dinamismo, serviço), e há um crescimento quantitativo da Igreja. (At 16.5) - Assim, as igrejas eram fortalecidas na fé e, dia a dia, aumentavam em número. (At 5.14) - E crescia mais e mais a multidão de crentes, tanto homens como mulheres, agregados ao Senhor; (At 6.7) - Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé.

O fato é que uma Igreja missionária é uma Igreja que cresce. E, portanto, a recíproca não pode ser esquecida: só cresce a Igreja que for missionária.
4 - UMA IGREJA QUE ENCARA OS PROBLEMAS
Igreja que vive com intensidade os dramas e as dificuldades de seu tempo. Enfrenta problemas econômicos
(At 2.45) - Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Enfrenta o problema político. (At 5.29) - Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens. (At 16.36) - Então, o carcereiro comunicou a Paulo estas palavras: Os pretores ordenaram que fôsseis postos em liberdade. Agora, pois, saí e ide em paz.
(At 16.37) - Paulo, porém, lhes replicou: Sem ter havido processo formal contra nós, nos açoitaram publicamente e nos recolheram ao cárcere, sendo nós cidadãos romanos; querem agora, às ocultas, lançar-nos fora? Não será assim; pelo contrário, venham eles e, pessoalmente, nos ponham em liberdade.
(At 16.38) - Os oficiais de justiça comunicaram isso aos pretores; e estes ficaram possuídos de temor, quando souberam que se tratava de cidadãos romanos. (At 16.39) - Então, foram ter com eles e lhes pediram desculpas; e, relaxando-lhes a prisão, rogaram que se retirassem da cidade. Enfrenta o problema social. (At 6.1) - Ora, naqueles dias, multiplicando-se o número dos discípulos, houve murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária.

(II Co 8.13) - Porque não é para que os outros tenham alívio, e vós, sobrecarga; mas para que haja igualdade, (II Co 8.14) - suprindo a vossa abundância, no presente, a falta daqueles, de modo que a abundância daqueles venha a suprir a vossa falta, e, assim, haja igualdade, (II Co 8.15) - como está escrito: O que muito colheu não teve demais; e o que pouco, não teve falta.
Vamos lutar e trabalharemos por uma Igreja que encare os problemas de seu tempo.

5 - UMA IGREJA GENEROSA.
Mais bem-aventurado coisa é dar do receber. (At 4.32) - Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. (At 4.34) - Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes; (At 4.35) - e depositavam aos pés dos apóstolos; então, se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade. II Cor 8.1-15. Está mais preocupada em receber do que em dar. Aliás, há muitos cristãos que são assim também. O que é que a Igreja tem para me oferecer? O que é que eu posso oferecer a Cristo e sua Igreja.

4º- esboço.
TEMA: ATITUDES DE UM VITORIOSO
Sl 89.17. “Tu, ó Deus, és o nosso poder glorioso; por tua bondade, nos fazes vencer”.
O que nos faz vencer e triunfar, não são nossos méritos próprios, mas a bondade e a misericórdia do Senhor. Mas eu percebo algumas características (ATITUDES) sempre presentes na vida dos vitoriosos. Pessoas que aprenderam a desfrutar das experiências dadas por Deus. Pessoas que alcançaram grandes vitórias e que são dependentes da bondade de Deus, mas que possuem dentro de si uma determinação de sempre prosseguir. Deus nos permite interagir na nossa vitória quando tomamos atitudes características de um vitorioso.
Quais são essas atitudes?
1º- O Vitorioso não se intimida diante dos obstáculos: Grave isso que eu vou dizer agora: Um grande sonho, em combinação com determinação, confiança, persistência e fé consistente pode fazer com que a vida se transforme na mais maravilhosa aventura a ser vivida.

Uma vez que você estabeleceu seus alvos e começou sua jornada rumo à sua realização, pode estar certo de que enfrentará dificuldades. Haverá sem dúvida alguns, ou inúmeros obstáculos, mas você não deverá se permitir intimidar por nenhum deles.

Você se lembra de que quando Moisés libertou o povo do Egito ele pediu que doze espias fossem olhar a nova terra. Dez deles voltaram afirmando que nela havia muito mel e leite, mas também muitos gigantes (obstáculos). Os dez espias estavam prontos para desistir, porque se viam - conforme sua própria descrição - como gafanhotos, comparados com os gigantes. Do grupo dos doze, apenas dois depositaram sua fé em Deus. Eles não se deixaram intimidar, porque sua fé era maior que os obstáculos - os gigantes.
Não se permita intimidar pelos gigantes desta vida. Quando Deus é por você, ele é maior que o mundo todo contra você!
2º- O Vitorioso procura viver feliz: O mundo em que vivemos simplesmente não entende o conceito da genuína felicidade e muito menos pode lhe fazer feliz. Felicidade, porém é algo bem mais simples do que você possa imaginar. Você pode ser feliz simplesmente por decidir ser feliz. Apesar dessa declaração - à primeira vista - soar tão superficial e simplista, o fato é que existe um princípio fundamental imutável por detrás da mesma.

É possível ser feliz quando as finanças estão em estado calamitoso ou quando uma inesperada tragédia lhe dilacera a alma? Sim. O fato é que não são os eventos e circunstâncias que lhe definem. O que lhe definem são as suas respostas a esses eventos e circunstâncias. É a confiança que você tem no seu Deus, o exercício da sua fé que irá determinar a sua felicidade em meio às tribulações. Nada, absolutamente nada nesta vida lhe ocorre sem que antes já tenha passado pelo filtro do amor de Deus. Esse é um princípio que o Senhor jamais negocia, é uma questão absolutamente fechada. Quando esse mesmo princípio é encarnado na nossa disciplina diária, então ganhamos uma nova perspectiva para viver em um novo estilo de vida.
Certo pensador disse o seguinte: Nunca tome uma decisão definitiva com base numa tempestade passageira. Não importa quão negra sejam as nuvens ao seu redor. Lembre-se a si mesmo dizendo: “Essa também irá passar”.

Obviamente que tristezas, desapontamentos, lágrimas podem estar sempre ao seu redor, mas absolutamente isso não anula a sua possibilidade de ser feliz. Por quê? Porque felicidade é muito mais do que uma circunstância ou um evento que possa lhe trazer muita alegria. Mas genuína felicidade é ter a serena consciência de que Deus está soberanamente no controle da história da minha vida. O Senhor não quer que sejamos simplesmente alegres, mas que vivamos em paz, com felicidade em nosso coração. João 14.27 “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”.

3º- Os Vitoriosos deixam brilhar a sua luz: A decisão de irradiar alegria e positivismismo é apenas sua. Pode parecer ingênuo, irrealístico, insensível, mas não é. Seu estado deplorável não ajuda ninguém. Seu desespero e a sua angústia não realizam absolutamente nada. Seu cinismo não traz benefício algum, nem a você nem a ninguém. Por que então aceitar se engajar em tais atitudes?
O negativismo é um buraco profundo e cheio do nada. Quem precisa dele? Nem você, nem ninguém. Você não se beneficia do seu negativismo; tampouco ninguém. Ele é não apenas doloroso como inclusive inútil. Portanto, quando você sentir que ele está vindo, imediatamente peça a força de Deus para ajudá-lo a opor forte resistência a tal sentimento. Você tem coisa muito mais importante para fazer do que desperdiçar preciosa energia com algo que não irá lhe trazer nenhum benefício - nem a você, nem a seja quem for perto ou longe de você.

Conclusão: Deixe blilhar a sua luz - Não se entregue às trevas do negativismo. Deixe que brilhe a sua luz. Concentre-se naquilo que é positivo, bom e verdadeiro, e assim você estará construindo um mundo muito melhor onde viver. Mt 5.16: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”.

5º- esboço.
TEMA: Uma Gentia Abençoada Pela Sua Fé:
A MULHER CANANÉIA. (Mt 15.21-28): “Partindo Jesus dali, retirou-se para os lados de Tiro e Sidom. E eis que uma mulher cananéia, que viera daquelas regiões, clamava: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim! Minha filha está horrivelmente endemoninhada. Ele, porém, não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, aproximando-se, rogaram-lhe: Despede-a, pois vem clamando atrás de nós. Mas Jesus respondeu: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Ela, porém, veio e o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me! Então, ele, respondendo, disse: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Ela, contudo, replicou: Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos. Então, lhe disse Jesus: Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres. E, desde aquele momento, sua filha ficou sã”.
INTRODUÇÃO: Jesus retirou-se para os lados de Tiro e Sidom, na costa do Mediterrâneo. Parece ter sido a única vez que esteve fora do território judaico, pelo menos publicamente. Ali na Fenícia, uma mulher Cananéia pediu-lhe que curasse sua filha que estava endemoninhada.

1º- AQUELA MULHER ERA UMA GENTIA:
 Ela era descendente dos cananeus;
 Deus havia determinado o extermínio daquela raça imoral;
 Alguns sobreviveram à invasão por Josué;
 Essa mulher era descendente dos sobreviventes;
 Como gentia não desfrutava dos privilégios do povo escolhido de Deus na terra;
 Ela era estrangeira, não tendo nenhuma esperança;
 Ela não tinha nenhum direito para com Deus ou o Messias.

2º- O CLAMOR DA MULHER: QUE DIZIA “SENHOR FILHO DE DAVI TEM MISERICÓRDIA DE MIM”:
 O título: “Filho de Davi”, os judeus usavam ao falar do Messias;
 Embora Jesus fosse o Filho de Davi, uma gentia não tinha o direito de aproximar-se dele daquela forma;
 É por isso que ele não lhe respondeu logo;
 Os discípulos pediram que ela fosse despedida. Para eles ela era um estorvo;
 Para Jesus ela era um exemplo bem-vindo de fé e um vaso no qual a sua graça brilharia;
 Mas primeiro ele provou a sua fé.

3º- AS RESPOSTAS DE JESUS:
 Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Não vim para os gentios;
 Ela não desanimou com essa aparente recusa;
 Deixando o título Filho de Davi de lado, ela o adorou dizendo: “Senhor socorre-me”;
 Ela não podia ir a ele como uma judia ao seu Messias. Ela iria como uma criatura ao seu Criador;
 Jesus para testar mais a sua fé, disse que não era bom tirar o alimento dos filhos judeus para dar aos cachorrinhos gentios. Ela era uma gentia. Os judeus consideravam os gentios cachorros revirando lixo, zanzando nas ruas por migalhas de comida;
 Jesus usou a palavra cachorrinho, que quer dizer “cachorrinho de estimação”. A reposta magnífica da Cananéia;
 O Senhor está certo. Sou apenas uma cachorrinha debaixo da mesa;
 O Senhor não pode dar-me algumas migalhas?
 Sei que não sou digna. Mas posso comer das migalhas que caem no chão. Os cachorrinhos fazem isso debaixo das mesas de seus donos.
 Senhor, eu estou necessitando de ajuda. Necessito da tua misericórdia, do teu amor e da tua graça;
 Cure a minha filha Senhor;
 Jesus a elogiou por sua grande fé;
 A sua fé foi recompensada;
 Sua filha foi curada instantânea.

CONCLUSÃO: O fato de que o Senhor curou uma filha gentia a certa distância sugere seu presente ministério à mão direita de Deus, dando cura espiritual aos gentios durante esta época, quando seu povo antigo é deixado de lado como nação. A fé em Cristo faz com que o indigno pecador alcance os favores de Deus em sua vida aqui na terra.
6º- esboço
TEMA: “A NORMALIZAÇÃO DO PECADO “Por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará" (Mateus 24.12).
Satanás não tem permissão para fazer tudo o que gostaria em relação à humanidade. Se ele pudesse, creio que exterminaria todos os seres humanos de forma cruel. Contudo, o inimigo induz o homem à autodestruição por meio do pecado, assim como Balaão que, não podendo amaldiçoar a nação de Israel, conseguiu derrotá-la diante dos moabitas através da prostituição e da idolatria (Nu 31.16; Ap 2.14).

O pecado é produto criado e promovido pelo Diabo (João 8.44). Os fatos dos tempos bíblicos e da atualidade nos permitem deduzir que ele deseja inserir os mais variados tipos de pecado na vida das pessoas e fazê-los crescer como epidemia nas sociedades humanas. Para alcançar sua meta, o inimigo conta com a ajuda do próprio homem na disseminação de conceitos malignos e na execução de ações estratégicas:

1º- Negando a palavra de Deus: "Disse a serpente à mulher: Certamente não morrereis" (Gn. 3.4). Satanás fala o contrário do que Deus falou, procurando abrir caminho para a prática pecaminosa. Outra forma de conseguir isso é tentando nos afastar da bíblia. Se a palavra de Deus for desprezada, muitos pecados se espalharão como praga na vida das pessoas. E na atualidade temos visto um grande afastamento da leitura da palavra de Deus.

2º- Presunção de impunidade: A mesma frase dita a Eva contém a falsa idéia de que o pecador não será punido. E, quando o indivíduo percebe que não houve consequência imediata ou aparente do seu ato, ele se dispõe a repeti-lo (Ec 8.11; Naum 1.3).

3º- Novos nomes para antigos males: Troca-se o nome do pecado para que deixe de ser ofensivo. Tal eufemismo tem efeito psicológico atenuante. Um título mais suave e agradável transpõe antigas barreiras relacionadas ao termo tradicional. Assim, a prostituição tornou-se um "programa". Seus agentes passaram a se chamar "profissionais do sexo". Adultério virou caso extraconjugal. Corrupção e desonestidade subsistem sob o codinome de esperteza ou "jeitinho brasileiro". O rótulo mudou, mas o veneno continua sendo o mesmo (Is 5.20).

4º- O direito de pecar: Você merece ser feliz! Esta frase, tão bonita, tem sido usada como desculpa para diversas transgressões, principalmente no âmbito sexual. Seu significado distorcido nada mais é do que a exaltação do egoísmo, que tem sido colocado acima da perseverança, da fidelidade e do amor. Em uma civilização regida pelo humanismo hedonista e imediatista, parece que qualquer tipo de sofrimento precisa e deve ser interrompido rapidamente, mesmo que a saída seja pecaminosa. Até as palavras de Cristo são usadas, de modo distorcido, para justificar a prática do mal, quando se diz que "a carne é fraca" (Mt 26.41). Parece que pecar tornou-se, além de direito, uma necessidade urgente. Entretanto, cada discípulo de Jesus precisa negar a si mesmo (Mt 16.24), esperando o livramento ou o suprimento celestial, assim como o Mestre perseverou até a morte, mesmo quando muitos sugeriam que ele descesse da cruz (Mt 27.40).

5º - Pecado virou sinônimo de prazer: Notamos, principalmente na literatura e na música popular, o uso "positivo" da palavra pecado. Pecar parece algo atraente e compensador. Da mesma forma como ser "irreverente" tornou-se qualidade no vocabulário moderno. (II Tes 2.12).

6º – Os vendedores do pecado: Eva foi tentada pela serpente, mas quem tentou Adão? A própria mulher que, naquele instante, comportou-se como representante de Satanás para oferecer o fruto proibido ao marido (Gn 3.6). Da mesma forma, muitos têm exercido esse papel atualmente, entre os quais se destacam alguns artistas e outros formadores de opinião, que assumem a prática pecaminosa em suas mais insidiosas formas, tornando-se seus defensores ferrenhos, como se fossem coisas boas e legítimas para todos. Assim, a força do exemplo de pessoas tidas como modelo da sociedade conduz multidões ao erro, principalmente crianças e adolescentes. Por exemplo, o homossexualismo e a magia são dois produtos em destaque nas vitrines modernas.

7º - A multiplicação causa banalização: As tentações estão em cada esquina. Parece que existem muitas árvores do conhecimento do bem e do mal em nossos jardins, como resultados das sementes daquela que estava no Éden. A iniquidade se multiplicou (Mt 24.12), tornando-se parte da cultura. Se todos fazem, parece que eu posso fazer também. Esta é a perigosa conclusão individual. Por exemplo, a virgindade é um valor do passado. A prostituição tornou-se regra geral. Algo mais recente é a pirataria generalizada, por meio da qual os direitos autorais são roubados.

8º- O certo parece errado (e vice-versa): A inversão de valores chegou a tal ponto que, os honestos são chamados de bobos. Se a maioria faz o que é mal, parece errado quem não faz. Quem nada contra a correnteza é criticado. Quem não corre atrás da iniquidade é visto como alienado (I Pe 4.4). O pecado ganha terreno e a justiça vai desaparecendo (Is 59.14). Enquanto isso, o que antes era vergonhoso, torna-se motivo de glamour (Jr 6.15). Por exemplo, a exposição pública da nudez agora é arte e as revistas do gênero são encontradas até em padarias e supermercados.

9º- Acostumando com o mal: O que ocorre com frequência já não recebe a mesma atenção das primeiras vezes. Pode parecer normal, um novo padrão de comportamento. A notícia já não causa escândalo, espanto, nem indignação. Depois, deixa de ser notícia. O pior é quando isso acontece dentro do homem, em um processo de cauterização da consciência. O costume com o pecado elimina o sentimento de culpa e dificulta o arrependimento (I Tm 4.2). Enquanto os sentidos são anestesiados, o veneno se infiltra e faz apodrecer a alma.

10º- As leis autorizam e regulamentam o pecado: Representantes de um povo injusto acabam criando leis que contrariam a lei de Deus (Is 10.1). Assim, surge um instrumento forte para que o pecado seja aceito e até mesmo imposto na sociedade. No Brasil, por exemplo, o adultério foi eliminado do código penal, enquanto o homossexualismo e as drogas vão ganhando vozes de defesa entre os legisladores. O ápice desse processo maligno ocorrerá por ocasião do governo do Anticristo, o homem da iniqüidade.

As conseqüências: Através dessas sementes da maldade, o pecado vai se tornando normal. Quem quiser aceitá-lo dessa forma que o faça, mas lembre-se de que as conseqüências serão terríveis e implacáveis.

A "normalização" do pecado conduz à destruição: primeiramente pessoal, depois familiar, podendo chegar ao comprometimento de um grupo maior, inclusive de cidades inteiras, como aconteceu com Sodoma e Gomorra (Gn 19). Na época do dilúvio, toda a humanidade foi envolvida em extrema corrupção pecaminosa, o que quase levou à sua extinção. Jesus disse que nos últimos dias, serão semelhantes àqueles (Mt 24.37-39).

Estamos conscientes de que não vamos mudar o mundo, mas precisamos ficar atentos para que o mundo também não mude os cristãos e a igreja. Não podemos abrir mão dos nossos princípios. Os fatores supracitados vêm como uma avalanche para nos carregar. Como escaparemos de tão grande força? Através do apego à palavra de Deus, com fé, compromisso e obediência, na comunhão dos salvos, e com o auxílio do Espírito Santo. Nossa cultura é outra, é a da pátria celestial (Heb 11.16). Não somos deste mundo, como Jesus não é (João 17.14; 18.36). A mentalidade mundana é cada vez mais podre. Nós, porém, temos a mente de Cristo (I Co 2.16).

Tudo isto não significa que sejamos perfeitos, mas o que não podemos é aceitar o pecado passivamente. Noé também não era perfeito. Entretanto, era justo e procurava viver de acordo com a vontade de Deus. Desse modo, juntamente com sua família, ele foi salvo da destruição que assolou seus contemporâneos.

Assim também, a igreja deve ser uma sociedade diferente neste mundo de trevas. Enquanto grande parte da humanidade caminha para o inferno, nós devemos caminhar em sentido contrário, sempre procurando salvar alguns do fogo, cuidando para que nós mesmos não sejamos por ele devorados (Jd 23).
"E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimente qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Rm 12.2).

7º- esboço
TEMA: DEZ ATITUDES A TOMAR PARA MELHORAR NOSSA VIDA ESPIRITUAL
Práticas corriqueiras – mas negligenciadas – da fé cristã são capazes de ajudar o crente na busca pela plenitude de Deus. Todos os crentes – ao menos, os sinceros... – reconhecem que sua vida espiritual pode e precisa melhorar. Não existe uma pessoa que, confrontada com os padrões e ensinamentos propostos pela Bíblia, possa considerar sua vida como um exemplo de plenitude de fé. Afinal, é a própria Escritura que dá o alerta: se alguém cumprir toda a lei, mas tropeçar em um único ponto dela, já está em falta.
É claro que a vida com Jesus não é feita apenas de regras. Mais se não fossem as regras, graça e a misericórdia do Senhor, ninguém seria salvo. Por outro lado, a caminhada cristã pressupõe um constante aperfeiçoamento, processo que muitos chamam de santificação. É esta jornada, é a do caminho estreito, que o Senhor propõe aos seus seguidores. E é difícil, mas a recompensa de andarmos segundo a vontade de Deus supera todo e qualquer sacrifício. Em uma das edição da Revista Eclésia ela abordou a seguinte questão de desenvolvimento espiritual de maneira diferente. A revista perguntou a dez pessoas – como pastores, missionários, obreiros e escritores. O que elas sugerem como meio para melhorar a buscar pela plenitude espiritual, ou seja, a comunhão com Deus.
As respostas têm a ver com a atividade que cada um desenvolve dentro e fora da igreja, e surpreendem pela simplicidade. Assim, nossos entrevistados recomendam o seguinte: oração, leitura bíblica, culto domésticos, socorro ao próximo, quebrantamento e outras atitudes básicas, aquelas coisas que todo crente sabe que deve fazer, mas que muitas vezes negligencia. Tudo muito simples e muito claro, exatamente como o Evangelho de Cristo. Mas quem sabe estes conselhos vão ajudar muitos leitores a trilhar, com passos mais rápidos, o rumo da soberana vocação que há em Jesus. Assim com essa observação criamos dez tópicos neste estudo que acreditamos que deve servir como conselho e despertamento no crescimentos Espirituais.

1º- CULTIVE SUA ESPIRITUALIDADE:
“A única forma de se exercer uma espiritualidade cristã equilibrada é retornar aos parâmetros da Bíblia Sagrada”.
“Falar sobre o espírito é falar sobre aquilo que dá vida e ânimo a alguém ou alguma coisa. Pode-se definir espiritualidade cristã como o reflexo, a repercussão de todo o empreendimento ou esforço cristão para se buscar e sustentar um relacionamento com Deus. Isso inclui adoração pública e devoção privada. Espiritualidade tem a ver com a busca de uma vida religiosa plena, satisfeita e autêntica. A única forma de se exercer uma espiritualidade cristã equilibrada é voltar para os parâmetros da Bíblia Sagrada.

Uma espiritualidade que não passa pelo crivo da Reforma Protestante não resultará em benefícios para o cristão ou para a Igreja. Acontece que os crentes já não são instruídos apenas pelos pastores de suas igrejas; há hoje um bombardeio de informações que desafiam a espiritualidade cristã. Além disso, bons pastores, capazes de conduzir o rebanho com ética e equilíbrio doutrinário, estão cada vez mais escassos. Somente pela Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, o cristão poderá desenvolver uma caminhada segura e equilibrada em direção ao crescimento espiritualidade.

2º- ORE SEM CESSAR:
“O principal elemento que leva o crente aos mananciais de uma vida cristã espirituais crescente é a oração”.
“Acredito que a vida espiritual de muitos cristãos nos dias de hoje não vai bem. Isso acontece pela ausência das disciplinas espirituais básicas, como a oração. Não por outro motivo, encontramos hoje poucas vidas espiritualmente saudáveis e muitas anêmicas. Creio que o principal elemento que leva o crente aos mananciais da vida no Espírito Santo é a oração. Ao longo da história do cristianismo, os gigantes da fé se destacaram por passar muito tempo em oração diante do Senhor. Precisamos de mais entendimento quanto a isso – e, em minha opinião, são os pastores que relutam em levar o rebanho às fontes do poder indicadas no Novo Testamento. Não bastam as bênçãos; é preciso que as pessoas sejam transformadas, antes de qualquer coisa, uns discípulos do Mestre devem fazer que Cristo seja de fato Senhor de suas vidas”.

3º- ANDAR EM SANTIDADE:
“A santidade começa com um coração quebrantado e humilde diante do Senhor”.
Ser santo é ser separado para Deus, é buscar ser parecido com Cristo. Ou seja, é levar uma vida de contínua transformação e comunhão com Deus. Essa busca por santidade precisa ser constante na vida de quem está desejando crescer espiritualmente. Mas não podemos confundir santidade com medidas externas, pois mais profunda é a mudança que precisa acontecer no interior do nosso ser, nas motivações do coração e nos pensamentos, pois isso é o que move tudo. A santidade começa com um coração quebrantado e humilde diante do Senhor, desejando sinceramente mais de Deus para sua vida. Não dá para começar de fora para dentro, com métodos e fórmulas que acabam se tornando vazios e mecânicos. É claro que para o crescimento é preciso passar tempo em oração, dedicar-se aos jejuns, ler a Palavra e manter a comunhão com os irmãos. Mas a postura do coração é fundamental. Acho que a nossa luta maior é contra nós mesmos, pois preferimos muitas vezes estar outros prazeres, e não aquilo que nos leva para mais perto de Deus, para um relacionamento mais fervoroso com ele. E nos nossos dias não faltam opções para nos afastar e nos desviarmos do caminho do Senhor. A perseverança é característica de quem tem uma vida espiritual crescente, pois muitas situações surgem para abalar a nossa vida cristã.

4º- LER E MEDITE NAS ESCRITURAS:
“Quando oramos, falamos com Deus; quando lemos a Bíblia, é Deus que fala conosco”.
Um dos passo para uma vida vitoriosa diante do Senhor é ter desejo de ler a Palavra de Deus e obedecê-la. A Bíblia nos faz prostrar com o rosto em terra diante do Senhor e nos conduz ao um seguro passo, o arrependimento que quebranta o coração. A negligência com a leitura da Bíblia. É possível a um evangélico preencher todo o tempo fazendo boas obras, abençoando pessoas e derramando o coração no serviço cristão. Mas, se não conhecer a Palavra, ele fica fraco, temeroso, deprimido e, por fim, vai se tornar presa fácil para o diabo. É fundamental que haja um despertamento para a leitura da Palavra toda, por todos os crentes. A Bíblia continua sendo o livro mais lido, mas de um modo geral sua leitura é fragmentada. A proclamação de 2008 como o Ano da Bíblia no Brasil teve como objetivo principal motivar os brasileiros a lerem as Escrituras. Cabe lembrar que são necessárias apenas 72 horas para a leitura completa da Bíblia. Com uma disciplina de 15 minutos diários de leitura bíblica, em apenas 288 dias toda a Bíblia terá sido lida. Não é tão difícil quanto parece. Necessitamos urgentemente de um avivamento da devoção pessoal. Quando oramos, falamos com Deus; quando lemos a Bíblia, Deus fala conosco.

5º- CUIDE COM CARINHO DO SEU PRÓXIMO:
“A falta de pão na mesa do pobre é uma denúncia da falta de espiritualidade no altar dos cristãos”. Veja o grande mandamento deixado pelo Senhor, – Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a te mesmo, como Deus, em Cristo, nos amou’. Todavia, a fé dos brasileiros, na maioria dos casos, é alienada ou egoísta. Os dois maiores segmentos religiosos cristãos de nosso País são o catolicismo e o pentecostalismo. O primeiro pratica uma crença idolátrica; já o pentecostalismo, assim como o neopentecostalismo, prega uma fé materialista e idolátrica, quando enfrenta problemas sociais, econômicos ou políticos, tentar ‘resolvê-los’ pela via só dos milagres, e não pelo engajamento sócio-político. Nos ambientes religiosos com a prática de fé a que estou me referindo, as iniciativas de obras sociais são muito mais para marketing da instituição eclesiástica do que para promoção humana dos empobrecidos. Pensar na missão integral da Igreja é, por exemplo, olhar a missão da adoração como chance de permitir a revelação de Deus por meio do nosso testemunho. Precisamos aprender a fazer o culto, antes de prestar culto. Ou seja, fazer da vida toda um culto a Deus, e eventualmente usar a liturgia religiosa como espaço pedagógico para animar e desafiar outros a cuidarem do próximo. Precisamos guiar nossa vida pelo que Jesus ensinou no Sermão do Monte. A falta de pão na mesa do pobre é uma denúncia da ausência de espiritualidade no altar dos cristãos. O gemido da natureza, a morte de tantas crianças inocentes, a fome e as guerras são uma denúncia da falta de espiritualidade de nossa geração.

6º- VIVENDO EM COMUNHÃO:
“A abundância da vida cristã só pode ser experimentada por meio da mutualidade”.
As igrejas estão cheias de gente, mas vazias de relacionamentos. Parece um paradoxo, mas é exatamente assim a realidade de nossas igrejas hoje. Muitos crentes não vivenciam uma comunhão coletiva e não se empenham em construir relacionamentos. Vêem na igreja um lugar para manifestarem seus interesses pessoais, suas necessidades e conflitos. Os próprios líderes alimentam isso, quando pregam um evangelho solucionador de problemas sem, contudo, instruir seus seguidores acerca da vida abundante no corpo de Cristo. Essas pessoas gostam de cultos das multidões, mas vivem num individualismo religioso frio e vazio, com graves conseqüências na falta de relacionamentos com Deus e com o próximo. E aí está o motivo do esfriamento na intimidade com Deus. A verdadeira fé é aquela que prioriza os relacionamentos. Quando há intimidade com o Senhor e compromisso com o Evangelho da justiça, aflora a mutualidade entre os membros do corpo de Cristo. A Igreja perdeu, de certa forma, o sentido do viver em novidade crescente de vida abundante. Essa abundância só pode ser experimentada em coletividade. O fervor individual não pode ser confundido com uma vida fora dessa coletividade, mas deve ser entendido como a relação íntima do indivíduo com seu próximo, dentro e fora dos portões da igreja.

7º-UM BOM TESTEMUNHO VALE MAIS, QUE MIL PALAVRAS:
“Deus deve estar em nós, nos nossos atos, nas nossas falas. É desta forma que as outras pessoas vão perceber a presença do Senhor na nossa vida”.
“Muita gente fala que se deve separar a vida espiritual das chamadas atividades seculares, como o trabalho. Discordo disso. Não existe separação entre vida espiritual e secular. Estamos no mundo, embora, segundo a Escritura, não sejamos dele. O grande desafio é vivermos no mundo e não nos deixarmos contaminar por ele. Há crentes que falam em ‘levar Deus para o ambiente profissional’. Ora, Deus deve estar em nós, nos nossos atos, nas nossas falas. É desta forma que as outras pessoas, inclusive os colegas de trabalho, vão perceber a presença do Senhor em nós e entender o que Ele é capaz de fazer em nossas vidas. Fomos chamados por Deus para o mundo, e não para as igrejas. Hoje, é moda no mundo corporativo – e muitas empresas estão investindo nisso – cultivar aspectos como o lado espiritual dos funcionários. É uma espécie de ‘sinal dos tempos’, e acho que os evangélicos deveriam aprender com isso. Em todo e qualquer lugar onde estejamos, devemos dar o correto testemunho de nossa fé.”

8º- O “IDE” NÃO É UMA OPÇÃO É UMA ORDEM DO SENHOR:
“O coração do Senhor pulsa pela as almas perdida”.
O serviço cristão seja apresentar o Evangelho ao vizinho ou ajudar aquele que está caído ao longo do caminho, de certa forma mede nossa intimidade com Deus. Isso porque o coração do Senhor pulsa pelo perdido e pelo caído. Fomos chamados por Deus para servir. Quando esta compreensão enche o coração da Igreja, ela se torna missionária e envolvida com os desafios à sua volta. Há ainda mais de 30 mil comunidades ribeirinhas em nosso país sem o Evangelho de Cristo. Mais de cem etnias indígenas brasileiras não têm presença missionária e há cerca de 3.500 línguas e dialetos no mundo para os quais sequer um versículo da Bíblia foi traduzido. Perto e longe, vários segmentos da nossa sociedade padecem sem um testemunho objetivo do Evangelho. Muita gente não sabe como ser um missionário. Sugiro que simplesmente tentem se envolver com as pessoas que não conhecem a Cristo. Procure um projeto missionário perto de você. Saia para a evangelização dos sem-teto. Colabore na distribuição de alimentos aos carentes. Seja um voluntário em um projeto de férias no sertão. Procure conhecer missionários, saber mais sobre seu trabalho. Encoraje e invista no preparo do vocacionado ao ministério que está perto de você. Evangelize seu vizinho. Fale de Cristo a um parente. Saia de casa com folhetos nos bolsos. Enfim, use os dons que Deus lhe deu e semeie o Evangelho.

9º- RESERVE TEMPO PARA DEUS:
“O que precisamos é dar tempo e espaço para que o Espírito Santo possa se manifestar em nossas vidas e nos impulsionar a fazer a vontade de Deus”.
Qualquer relacionamento, desde a simples amizade até o envolvimento conjugal, precisa de tempo e espaço para que a afetividade mútua possa ser expressa em atos concretos. A vida moderna está muito corrida. Todos nós chegamos ao fim de cada dia com a impressão de que alguma coisa ficou por fazer. A tirania da urgência controla nossa agenda e as coisas importantes vão ficando para trás. Aqueles que desejam zelar pelo seu fervor espiritual necessitam encontrar em sua agenda algum espaço para a quietude e o fortalecimento da vida devocional. Não estou falando de pessoas que oram no trânsito ou dentro do ônibus para ganhar tempo. Já pensou se a intimidade de um casal se resumisse aos encontros fortuitos dentro de uma condução ou ao volante do carro? O que precisamos é dar tempo e espaço para que o Espírito Santo possa se manifestar em nossas vidas. Em Gênesis 18, lemos que Abraão sentou-se à porta de sua tenda na hora mais quente do dia – e, ao levantar os olhos, viu os três homens que caminhavam em sua direção. Deus nos visita, mas precisamos estar disponíveis para que esse encontro aconteça. Jesus mantinha uma dinâmica de vida bem interessante. Subia nos montes para orar e buscar a face do Pai. Lá, contemplava e ouvia Deus falar com ele. Descia dos montes e ia aos vales onde estavam os doentes, os possessos de espíritos maus, os paralíticos e os pobres. Quando os discípulos trabalhavam muito, Jesus os levava a um lugar à parte para descansar; mas quando queriam ficar no monte, o Mestre os conduzia aos vales, de volta às atividades do ministério. Qualquer espiritualidade saudável precisa desta alternância.

10º INVERSÃO DE VOLORES TEM TOMADO CONTA DA SOCIEDADE:
“Os crentes estão sendo ensinados a acomodar-se mais à vida terrena e à busca por valores materiais”.
As pressões da sociedade pós-moderna obscurecem a ação divina e valorizam demais o que é meramente humano. A valorização do ‘eu’ é tão forte que ameaça o sentido de comunidade e leva a um egoísmo extremo. Com a ajuda da ciência moderna e da tecnologia avançadas de nossos dias, somos levados a crer que podemos conseguir tudo sozinhos. Além disso, há uma predominância do materialismo, levando as pessoas a um consumismo desenfreado. Os reais valores da vida espirituais são substituídos por coisas materiais, nos perdemos nas busca das múltiplas chances de ser felizes, e nunca alcançando satisfação. Por outro lado, o que está sendo pregado na maioria das igrejas evangélicas está muito distante do conteúdo bíblico doutrinário e das experiências e conduta da Igreja primitiva. Os crentes estão sendo ensinados a acomodar-se mais à vida terrena e à busca por valores materiais – assim, sua fé assemelha-se mais a uma filosofia de bem-estar emocional e o cristianismo passa a ser uma religião puramente humanística. Deus se torna assessório, nunca o essencial da vida; o absolutismo da sua Palavra perde força diante do relativismo da necessidade humana. Que o Senhor Jesus nos muita graça e discernimento para poder ter uma vida espiritual sadia diante de Deus.

8º- esboço.
TEMA: A SANTA CEIA DO SENHOR
A Santa Ceia é a memória imperecível da obra sacrificial de Cristo na Cruz, e é a esperança de sua volta, (I Co 11.23-26; Ex 12.5-13)
Na celebração da santa ceia tem sete itens importantes que deve ser observado, lembrado e anunciado.

1º- A Ceia é uma festa comemorativa em memória de Cristo, que lembra à morte de Jesus para nos libertar do pecado (I Co 11. 24 -25; Ex 12.14)
2º- A ceia também é uma festa de comunhão para despertar e nascer entre todos os irmãos: uma comunhão perfeita, que venha nascer uma amizade transparente e saudável; e que desta amizade venha surgir o amor fraternal, para edificação da Igreja em geral.
3º- A ceia é uma comprovação de um pacto, ou de uma, nova aliança com Cristo (I Co 11.25)
4º- A ceia é um anuncio da volta do Senhor Jesus, e deve ser anunciado, até que ele venha (I Co 11.26)
5º- A ceia é um despertamento para preparação de todos os cristãos para a volta do Senhor, ou seja, para o Arrebatamento da Igreja (I Co11. 26 -32; Ex 12.11-13)
6º- A ceia é para discernir; isto significa testar nossa consciência para discernir entre o bem e o mal, certo e o errado. Discernir de outras reuniões (I Co 11.30-32)
7º- A ceia é a maior segurança de nossa salvação e ressurreição.
Pois segundo o Evangelho de João em (Jo 6. 54) Jesus disse : Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.
Está é a grande garantia que Jesus deu para sua Igreja.
A ceia do Senhor foi instituída no lugar da Antiga Páscoa.
(Ex 12. 5-13).
Páscoa no Hebraico: Significa uma passagem, é uma das três grandes festas solene e comemorativa da libertação dos filhos de Israel do Egito em (Ex 12. 1-28).
A 1º Páscoa foi celebrada no dia 14 de Nisã primeira mês do ano Judaico em (1.491 a.C). Isto é em 14 de Abril. O povo de Deus os Hebreus Reunião se à hora nona que é às três horas da tarde, para uma refeição sacrificial com um cordeiro assado, Paes asmos e com ervas amargosas (Ex 12.8).

Qual a necessidade de haver a páscoa?
1ª Páscoa foi celebrada para libertação dos filhos de Israel do Egito.
2ª As outras demais páscoa foram festa comemorativa como lembrança da libertação dos Hebreus do Egito.

A páscoa foi observada, ou celebrada.
A 1ª No tempo de Moisés. (Ex 12. 1-28);
A 2ª No tempo de Josué. (Josué 5. 10);
A 3ª No tempo de Ezequiel. (II Crônicas 30.13);
A 4ª No tempo de Josias em (II Crônicas. 35.18);
A 5ª No tempo de Esdras. (Esdras 6.19);
A 6ª No tempo de Jesus Cristo. (Mt 26. 26-28).
Jesus celebrou a ultima pasço e em seguida celebrou a primeira Santa ceia. (Mt 26. 26-28).

9º- esboço.
Tema: Os Benefícios da Leitura Bíblica
Salmo 119.105. “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho”.
Deus deixou sua Palavra, a Bíblia Sagrada ao seu povo para que, por meio dela seu povo viesse a alimentar-se espiritualmente. Da mesma forma como Deus enviava o pão dos céus ao israelitas quando peregrinavam em direção à terra prometida, hoje o Senhor continua enviando alimento espiritual, através de sua palavra enquanto peregrinamos nesta terra em direção ao lar celestial.
Abaixo seguem se sete motivos para nós, cristãos lermos sua Palavra a cada dia.

1º- Ela nos tornará mais fortes: Ninguém deseja ser fraco, quer seja física ou espiritualmente em 1 João 2.14. Os “jovens” sois fortes, porque a Palavra de Deus permanecia neles e eles haviam vencido o maligno. Isto significa que haviam se alimentado da Palavra de Deus e não estavam mais sendo constantemente derrotados pelo pecado e pelas tentações. Existe somente um modo para se crescer e fortalecer-se espiritualmente: É através da leitura e do estudo da Palavra de Deus. Geralmente as pessoas que fracassam espiritualmente têm um denominador em comum: a negligência da leitura da Palavra de Deus. Todos estes fracassos (e conseqüente infelicidade) poderiam ter sido evitados, se houvessem aprendido a ler e estudar a Palavra de Deus constantemente.

2º- Ela nos dará certeza de nossa salvação: A primeira necessidade de um cristão é adquirir certeza absoluta de sua salvação. Pois esta promessa parece ser boa demais para ser verdade. Por isso uma das primeiras dificuldades que um novo convertido encontra é crer que isto é verdade. A única fonte visível desta certeza de salvação é a Bíblia. Mas de que vale ela, se ele não a lê? As promessas e garantias que são feitas por Deus serão de pouco valor, se permanecerem encerradas entre as páginas da Bíblia. Os cristãos precisam tê-las gravadas em suas mentes. E foi para isto que a bíblia foi escrita. Notemos que em 1 João 5.13: “Escrevi-lhes estas coisas, a vocês que crêem no nome do Filho de Deus, para que vocês saibam que têm a vida eterna”. O cristão que tem certeza sólida que é filho de Deus possui as bases para viver uma vida cristã sadia. A grande maioria das pessoas que vivem sobrecarregadas de temores, preocupações e outras fraquezas emocionais, geralmente não têm certeza de sua salvação e de que Deus está cuidando dela. Ninguém poderá ter certeza das coisas de Deus enquanto se limitar aos seus próprios pensamentos, pois como a Bíblia ensina o conceito de Deus não vem pelo muito pensar, mas pela leitura sabia da palavra de Deus. (I Co 1.21). A Bíblia também afirma que “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e incorrigível. Quem o entenderá? (Jr 17.9). Se alguém deseja a certeza de sua salvação, então deve começas a ler a Bíblia regularmente - é a única fonte de onde pode obter.

3º- Ela nos dará confiança e poder na oração: Quando você se torna um cristão, passa a ter um relacionamento com Deus, e esse relacionamento inclui um diálogo. Mas como sabemos que Ele nos ouve? Porque Ele afirma em sua Palavra, em inúmeros textos. A passagem de 1 João 5.14,15 ensina que podemos orar com a confiança de que Ele nos ouve. Em João 15.7 o Senhor Jesus promete: “Se vocês permanecerem em mim e as minhas palavras em vocês pedirão o que quiserem, e lhes será concedido”. Isto significa que a leitura da Palavra de Deus (que é o modo que a Palavra de Deus permanece em nós) nos concede poder na oração, pois ao estudarmos sua Palavra, ficamos familiarizados com a vontade de Deus, e consequentemente aprendemos a orar com eficácia.

4º- A purificação dos pecados: A Palavra de Deus tem efeito purificador na vida do cristão. O Senhor Jesus disse: “Vocês já estão limpos, pela palavra que vos tenho falado” (Jo 15.3). Em outra ocasião o Senhor orou assim: “Santifica-os na verdade; a Tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). A Bíblia tem o poder de purificar o crente que a estuda. Se você é um crente novo, precisa saber o que é e o que não é pecado aos olhos de Deus. Deus não nos abandona a mercê de nossos pensamentos. Ele diz: “De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra” (Sl 119.9). O estudo bíblico nos purifica e nos adverte contra o pecado. Ou a Bíblia nos afasta do pecado ou o pecado nos afasta da Bíblia.

5º- Ela produzirá paz: Uma das evidências da nova vida com Deus é a paz que sentimos no coração, mesmo quando as circunstâncias ao nosso redor só inspiram preocupações e temores. O Senhor Jesus disse: “Eu lhes disse estas coisas para que em mim vocês tenham paz...” (Jo 16.33). O que torna esta afirmação mais relevante é o fato de que o Senhor deu esta mensagem a seus discípulos pouco antes do tumulto que culminou com sua crucificação. Ele desejava que seus discípulos tivessem paz mediante suas palavras, exatamente quando estavam para enfrentar aquela crise iminente. Há quase dois mil anos o povo de Deus tem se fortalecido para as crises da vida, lendo e estudando a Bíblia.

6º- Ela nos capacitará a testemunharmos de nossa fé: A maioria das pessoas que encontramos desconhece quase que totalmente os conceitos bíblicos. Muitas têm dúvidas ou indagações, e precisam de orientação de alguém que conheça a Bíblia. Atualmente a maioria dos cristãos é superficial com relação ao conhecimento da Palavra de Deus, desta forma, e isto gera também um testemunho superficial.

É dever de todos os cristãos ter conhecimento básico da Palavra de Deus e saber explicá-la. Como sua Palavra nos diz: “... Estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vocês, fazendo-o, todavia com mansidão e temor” (I Pe 3.15,16). O único modo de responder ao que nos indaga ao que zomba ou ao pesquisador e ao sincero que busca o conhecimento da verdade é nos prepararmos por meio da leitura e estudo diário da Bíblia. Ninguém pode transmitir aos outro aquilo que não sabe. Quase todo o crente dar fruto, e pode testemunhar de Cristo a outros de maneira positiva, mas isto é totalmente impossível se ele não tiver, pelo menos, um conhecimento elementar da Palavra de Deus. A Bíblia afirma que o Espírito Santo nos fará lembrar-se da Palavra de Deus no momento oportuno (Jo 14.26), porém como o Espírito nos lembrará daquilo que não lemos?
7º- Será uma garantia de sucesso e nos orientará nas decisões da vida: Há uma interessante passagem bíblica em Josué 1.8: “Não cesses de falar deste livro da lei; antes media nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo a tudo quanto nele está escrito; então farás prosperar o teu caminho e serás bem sucedido”. A meditação diária da Palavra de Deus produz sucesso. E certamente assim aconteceu com Josué. A Bíblia também nos orienta a tomarmos decisões com sabedoria, conforme o Salmo 119.105: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho”. Os princípios de Deus nos servem de guia, quando temos de tomar decisões.

Examinando o Salmo 1: encontramos a fórmula para uma vida bem sucedida: “bem aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta à roda dos escarnecedores. Antes o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita dia e noite. Ele é como árvore plantada junto à corrente de águas, que no devido tempo, dá o seu fruto, cujas folhas não caem. Tudo o que fizer prosperará”. Infelizmente da maioria dos cristãos crêem que estão “ocupados demais” nos seu dia-a-dia, para revigorarem a mente com a Palavra de Deus. O que não percebem é que ter tempo é uma questão de preferência, e que em longo prazo um momento devocional não custaria nada, pois o restante do dia será com certeza mais proveitosa, do que se negligenciasse a leitura da palavra de Deus.

10º- esboço.
TEMA: OS IMPEDIMENTOS NA CAMINHADA CRISTÃ
(Hb 6.9-12). Introdução: A mensagem principal da Carta aos Hebreus é apresentar a pessoa real de Cristo. Como aquele que deve ser nossa aspiração, é constância na caminhada da vida cristã. O escritor tem por finalidade incentivar os cristãos da época, diante das perseguições, e dificuldade presentes no seu dia a dia. Não era um tempo fácil era preciso muita vontade determinação e fé. Diante dessa dura realidade muitos estavam desistindo da vida com Cristo. Outros esfriando voltando a vida de pecado de outrora.

Hoje em dia também não é difícil encontrarmos desistência, afastamento, frieza, desânimo nas Igrejas. Basta olharmos para o rol de membros das Igrejas.

Que tristeza?
Quantos irmãos que a caminhada com Cristo durou pouco tempo?
Quantos que esfriaram na fé com decorrer do tempo?
Quantos perderam o entusiasmo do primeiro amor?
Precisamos tomar cuidado para não ocorrer no mesmo erro que precederam a vida de muitos que corriam com Cristo hoje não correm mais. Foram levados pela multidão e permitira que o diabo roubasse o que tinham de mais precioso a fé em Cristo.

É necessário que tenhamos uma compreensão correta do que é verdadeiramente viver para Deus, descobrir o propósito do contrário difícil mente seremos chegaremos até ao final em fidelidade e firmeza na fé.
É de nosso conhecimento essa afirmação; “a vida cristã não é fácil, o caminho estreito e difícil de seguir, o cristianismo não é para qualquer um, é preciso ter uma disposição gigantesca para servir a Deus”.

Nesta passagem podemos fazer algumas considerações, o contexto e os acontecimentos desde o capítulo Hb 5.11 Do qual muito temos que dizer de difícil interpretação; porquanto vos fizestes negligentes para ouvir. O escritor nos chama atenção; para o perigo presentes na vida cristã, que os irmãos não estava atentos. Que, no entanto pode nos levar ao fracasso.

Podemos aprender com o texto lições e práticas, vamos considerar apenas três:

1º- NEM SEMPRE TEMOS TIDO ZELO IMPRESCINDÍVEL A VIDA CRISTÃ.
Podemos constatar esse perigo na vida muitos cristãos. Depois que recebem a Cristo acomoda-se. Por essa razão não estão atentos ao grande perigo a que estão se expondo.
Notamos que não existe uma preocupação por parte dos cristãos quanto a ter zelo na vida cristã. Não adianta negar que essa tem sido uma grande falha, damos brecha ao fracasso na carreira cristã. O escritor adverte os cristãos do seu tempo, ao considerar e convencer que coisas boas está ligadas a salvação. O falar dele era realçar que devemos atentar aquilo que pode tirar o brilho da nossa vida com Cristo.

Falta zelo quanto:
1. Leitura da Palavra o prazer de meditar, nosso tempo disponível é ocupado com coisas banais nem vou citar a TV. Com isso crente enfraquecido na fé, sem firmeza para enfrentar o inimigo.
2. Oração diária e constante, tempo de oração o fundamento da vida com Deus. Crente que não gasta tempo em oração é candidato ao fracasso e desânimo. Trocamos o poder pelo lazer
3. Testemunho vivo e alegre, na falta de comunhão com os irmãos, sinal de que amamos a Deus, Jesus disse em João 14.21.
4. Nas atividades da Igreja. Esquecemos que a Igreja existe para nossa participação, tempo de compartilhar com os irmãos gasta.
5. No companheirismo da vida cristã, não temos o prazer de visitar uma a outros.
6. Cultivar uma vida de quebrantamento diante de Deus.
Precisamos mudar o rumo do nosso foco, em trocar o sagrado pelo profano, em deixar de zelar mais pelas nossas coisas materiais do pela nossa própria vida com Deus.

O grande erro que temos cometido através da história cristã, e não percebemos que se faz necessário, vivermos um zelo extremado a vida com Deus. Devemos nos espelhar nos mulçumanos, embora considerassem sua prática de fé contrária a nossa, mas devemos admitir que eles vivem um zelo que cada um de nós precisava viver. Se não tivermos zelo não chegaremos a lugar algum, nem jamais poderemos afirmar como Paulo, completei a carreira e guardei a fé.

2º- NEM SEMPRE CONSIDERO QUE SOU EU O DEPENDENTE, NÃO DEUS.
Nosso comportamento revela muitas que temos a pretensão de viver dessa forma. Quantos assim pensaram não pode existir outro caminho, a não ser a derrota. Somos exortados a viver uma constância dependência de Deus demonstrando firmeza em nossa vocação. Poucos conseguem chegar a firmeza até o final da vida em Cristo. Porque vivem como se Deus dependesse deles. Na realidade a grande maioria serve a Deus com essa concepção. Os pastores e líderes vivem apelando para que os irmãos estejam sempre presentes nos trabalhos, que eles devem saber que são muito importantes diante de Deus.
Passamos uma visão até parece que é Deus o dependente de nós para tudo, não nós que devemos sentir o privilégio de servi-lo.
1º- O centro da vida cristã, não é mais Jesus, sim o homem, os papeis e lugares estão inversos. Homem que dá ordem agora. Ordena a Deus e obriga a Deus em dar o melhor, curar, enriquecer e tudo mais.
2º- Deus precisa contar com sua vida, já não e mais eu que preciso contar com a graça; com a misericórdia e com sua presença em minha vida de Deus, tudo mudou;
3º- Deus depende do meu talento, toco bem, canto bem, quantos viraram estrelas, sem brilho e claro, sentem que nada pode ser realizado sem sua presença.
4º- Parece que Deus precisa dos meus favores, me sinto muito importante para depender Dele. Quantos vivem com essa concepção.
5º- Não existe realização alguma sem a total dependência do Senhor.
6º- Jesus falou que sem Ele nada podemos fazer.

Portanto se quisermos caminhar sem correr o risco de fracassar, temos que viver de forma clara e distinta, que somos eternos dependentes do Senhor.
Para manter o mesmo entusiasmo a mesma diligência, na vida com Cristo, é preciso observar nossa vulnerabilidade. Como é triste ver um cristão que perdeu a doçura e o brilho da vida com Cristo. Começa agir com estranheza e frieza indiferença as coisas de Deus.
Devemos seguir o exemplo de Daniel, que manteve a mesma determinação em Deus, José que não negou sua fé e compromisso. João que acabou seus últimos dias exilados por causa de Cristo. Foram homens que tiveram suas vidas em total dependência de Deus, jamais se afastaram em circunstância alguma. Meu irmão viva esta verdade bíblica, jamais vai experimentar uma vida cristã pela metade.

3º- NEM SEMPRE TEMOS POR REFERÊNCIA OS EXEMPLOS POSITIVOS, SIM OS NEGATIVOS.
Não podemos negar esse tem sido o problema espiritual na vida de várias pessoas, chegando a ponto de abandonar sua fé. Sem contar que essa arma diabólica tem sido eficaz. Já notou como é fácil chegar a essa conclusão. Todo tipo de questionamento por causa dos maus exemplos. Nem um aplauso para o bom exemplo. Valorizamos demais aquilo que deve ser ignorado, coisas que ao seu tempo nada acrescenta na vida.

Na Igreja tudo é motivo para concentrar naquilo que é negativo, mas nunca agrademos pelos exemplos positivos dos irmãos qualidades como:
 Vida de dedicação a Cristo.
 Vida de testemunho que contagia;
 Vida de compromisso;
 Vida de firmeza na fé e constância;
 Vida que encontramos companherismo;
 Vida que têm uma longa caminhada na fé ;
 Vida que revela um amor na Igreja;
 Vida experimentada por Deus.
 Vida cheia do Espírito Santo.
Esses devem ser o nosso exemplo, que nos motiva a trilhar mesmo caminho.
Quantas pessoas que interrompe a caminhado com Deus por causa dos maus exemplos.
Os discípulos não escolheram Judas que um exemplo negativo para cristianismo.
Paulo não se envergonhou do Evangelho por causa de seus dois companheiros que amou o século, mudaram de rumo. Na Igreja valorizamos por demais as coisas negativas, isso é um grande impedimento na vida para que fiquem concentrados nessas coisas. Muitas vezes somos abençoados pela vida irmão e não valorizamos, mas um deslize do outro já é o suficiente para abandonar a fé.
É tempo de pedir a Deus que nos conduz pela sua graça, e que nos fixamos no olhar e valorizamos pessoas que são bênção em nossas Igrejas. Devemos ter vida cristã firmeza individual, e com compromisso levado a sério não permitir que terceiros coloquem entre eu e Jesus. “Entre minha vida e Jesus somente está cruz que me salvou. Entre eu e meu irmão está graça que transformou para poder caminhar juntos nunca atrapalhar”.
Para sobreviver na vida cristã é necessário, olharmos para os exemplos de vida, que a bíblia enaltece. Ter como modelo aquelas pessoas que descobriu na vida que o viver é Cristo, e que procuram viver com dignidade o cristianismo. Do contrário corremos o risco de fracassar, e perder o rumo onde devemos chega, a presença de Deus.

Conclusão: Portanto meus irmãos sabemos que a vida cristã não é fácil. Fica mais difícil quando não observamos esses perigos presentes. Que sutilmente quer nos desviar da nossa vocação em Cristo. Sejamos vencedores em nome de Jesus.

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